AREsp 2995649 - DECISAO
O Tribunal concluiu que o lapso de 9 anos entre a extinção da pena por indulto (10/5/2013) e a prática do novo delito (fevereiro de 2023) não é excessivo a ponto de justificar o afastamento da vetorial dos maus antecedentes, devendo manter-se a avaliação desfavorável na fixação da pena; assim, conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial.
- Parties
- Agravante: CLEITON IRANILDO ALVES DE SOUSA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 October 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Decisão De Mérito (negado Provimento Ao Recurso Especial)
- Outcome
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Maus Antecedentes, Fixação Da Pena, Indulto, Admissibilidade De Recurso Especial, Direito Ao Esquecimento
Case Brief
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Parties
CLEITON IRANILDO ALVES DE SOUSA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Decisão De Mérito (negado Provimento Ao Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Se os maus antecedentes devem ser desconsiderados em razão da extinção da pena anterior por indulto ocorrida 9 anos antes do novo delito
- 2 Aplicabilidade do entendimento do RE n. 593.818/SC sobre prazo para reconhecimento de maus antecedentes
- 3 Se o lapso temporal de 9 anos afasta a vetorial dos maus antecedentes na fixação da pena
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que o lapso de 9 anos entre a extinção da pena por indulto (10/5/2013) e a prática do novo delito (fevereiro de 2023) não é excessivo a ponto de justificar o afastamento da vetorial dos maus antecedentes, devendo manter-se a avaliação desfavorável na fixação da pena; assim, conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial.
Orders
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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