HC 1022040 - DECISAO

HC 1022040 - DECISAO

O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus por tratar-se de via substitutiva de recurso próprio e por não haver flagrante ilegalidade apta a autorizar concessão de ofício; as instâncias ordinárias fundamentaram adequadamente a imposição e manutenção do monitoramento eletrônico com base na reincidência do paciente e na necessidade de evitar reiteração delitiva, nos termos do art. 282 do CPP, e questões não debatidas pelo Tribunal de origem (arquivamento do inquérito, isonomia) obstam a análise pelo STJ sem supressão de instância.

Parties
Paciente: FELIPE EDNARDO NOGUEIRA MARIOBO; Tribunal De Origem: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO; Manifestante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
12 September 2025
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão De Não Conhecimento Pelo Stj)
Outcome
não conheço do presente habeas corpus
Legal Topics
Monitoramento Eletrônico, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Liberdade Provisória, Reincidência, Excesso De Prazo, Isonomia

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 7 Authorities cited 15 Party arguments 2 Amounts and remedies 2
Sign in to unlock

Parties

FELIPE EDNARDO NOGUEIRA MARIOBO

Paciente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO

Tribunal De Origem

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Manifestante

Procedural Posture

Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão De Não Conhecimento Pelo Stj)

  1. 1 legalidade e fundamentação do monitoramento eletrônico como medida cautelar
  2. 2 proporcionalidade e necessidade da medida cautelar
  3. 3 excesso de prazo na manutenção de cautelares

Ratio Decidendi

O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus por tratar-se de via substitutiva de recurso próprio e por não haver flagrante ilegalidade apta a autorizar concessão de ofício; as instâncias ordinárias fundamentaram adequadamente a imposição e manutenção do monitoramento eletrônico com base na reincidência do paciente e na necessidade de evitar reiteração delitiva, nos termos do art. 282 do CPP, e questões não debatidas pelo Tribunal de origem (arquivamento do inquérito, isonomia) obstam a análise pelo STJ sem supressão de instância.

Court Disposition

não conheço do presente habeas corpus

Orders

  • Publique-se
  • Intimem-se