REsp 2118377 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso especial apenas quanto à afronta ao art. 1.022 do CPC/2015 e, nessa extensão, negou-se provimento; manteve-se o entendimento de que há responsabilidade objetiva do Estado pela morte do acautelado, que o acórdão recorrido não padecia de omissão e que o valor arbitrado a título de danos morais (R$5.000,00 por autor no acórdão de origem) não é irrisório ou exorbitante, sendo vedado o reexame do mérito fático-probatório pela Súmula 7/STJ; o pedido de pensão foi indeferido por ausência de prova da dependência econômica; condenou-se os recorrentes ao pagamento de honorários advocatícios de 10% sobre o valor total da verba sucumbencial, com base no § 11 do...
- Parties
- Autor: Ryan Oliveira Souza Bandeira; Autor: Matheus Felipe de Oliveira Santos; Autor: José Alves Bandeira; Autor: Maria Aparecida de Oliveira Souza; Réu: Estado
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 May 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial
- Outcome
- Conheço parcialmente do Recurso Especial quanto ao art. 1.022 do CPC/2015 e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Morte De Detento, Responsabilidade Objetiva Do Estado, Danos Morais E Materiais, Pensão Alimentícia, Quantum Indenizatório, Súmula 7/stj, Embargos De Declaração
Case Brief
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Parties
Ryan Oliveira Souza Bandeira
Autor
Matheus Felipe de Oliveira Santos
Autor
José Alves Bandeira
Autor
Maria Aparecida de Oliveira Souza
Autor
Estado
Réu
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 configuração da responsabilidade objetiva do Estado pela morte de acautelado
- 2 possibilidade de pagamento de pensão pelo Estado e necessidade de comprovação de dependência econômica
- 3 adequação do quantum indenizatório e limite de revisão na via especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso especial apenas quanto à afronta ao art. 1.022 do CPC/2015 e, nessa extensão, negou-se provimento; manteve-se o entendimento de que há responsabilidade objetiva do Estado pela morte do acautelado, que o acórdão recorrido não padecia de omissão e que o valor arbitrado a título de danos morais (R$5.000,00 por autor no acórdão de origem) não é irrisório ou exorbitante, sendo vedado o reexame do mérito fático-probatório pela Súmula 7/STJ; o pedido de pensão foi indeferido por ausência de prova da dependência econômica; condenou-se os recorrentes ao pagamento de honorários advocatícios de 10% sobre o valor total da verba sucumbencial, com base no § 11 do...
Court Disposition
Conheço parcialmente do Recurso Especial quanto ao art. 1.022 do CPC/2015 e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
Orders
- Nego provimento ao recurso especial na extensão conhecida
- Condeno os recorrentes ao pagamento de honorários advocatícios correspondentes a 10% sobre o valor total da verba sucumbencial fixada nas instâncias ordinárias, com base no § 11 do art. 85 do CPC/2015
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