AREsp 852148 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque as diligências relativas à perícia dos aparelhos e à quebra do sigilo de dados foram realizadas mediante decisão judicial fundamentada apensada aos autos (não configurando interceptação telefônica regularizada pela Lei 9.296/1996), não foi demonstrado prejuízo pela defesa e houve preclusão por ausência de impugnação oportuna; ademais, os dispositivos legais indicados no recurso especial não oferecem comando normativo suficiente para sustentar a reforma, atraindo o óbice da Súmula 284/STF, e faltou prequestionamento quanto ao art. 155 do CPP (súmulas 282 e 356/STF).
- Parties
- Agravante: SÉRGIO BARROS DE MORAIS; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Conheceu Do Agravo E Não Conheceu Do Recurso Especial
- Legal Topics
- Nulidade Das Provas, Quebra De Sigilo De Dados, Interceptação Telefônica, Preclusão, Prequestionamento, Súmula 284/stf
Case Brief
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Parties
SÉRGIO BARROS DE MORAIS
Agravante
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Conheceu Do Agravo E Não Conheceu Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 nulidade por ausência de autorização judicial para interceptação telefônica
- 2 ileicitude da prova obtida por quebra de sigilo de dados dos aparelhos celulares
- 3 preclusão por não impugnação no momento oportuno
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque as diligências relativas à perícia dos aparelhos e à quebra do sigilo de dados foram realizadas mediante decisão judicial fundamentada apensada aos autos (não configurando interceptação telefônica regularizada pela Lei 9.296/1996), não foi demonstrado prejuízo pela defesa e houve preclusão por ausência de impugnação oportuna; ademais, os dispositivos legais indicados no recurso especial não oferecem comando normativo suficiente para sustentar a reforma, atraindo o óbice da Súmula 284/STF, e faltou prequestionamento quanto ao art. 155 do CPP (súmulas 282 e 356/STF).
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