EAREsp 1743577 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a alegação de ofensa ao art. 489 do CPC/2015 foi apresentada de forma genérica e deficiente (aplicação da Súmula 284/STF) e porque as pretensões dos recorrentes demandariam reexame do conjunto fático-probatório e das provas (vedado pela Súmula 7/STJ). Além disso, o Tribunal de origem fundou-se em laudo pericial imparcial e em conclusões sobre responsabilidade proporcional, lucros cessantes não comprovados e valores de danos morais dentro da razoabilidade, o que impede reforma na via especial.
- Parties
- Recorrente: FRANCISCO BOGGIO FELSBERG; Recorrente: HSU HAI CHIN; Recorrente: HSU CHIH CHIN; Recorrente: HSU WANG SHAO CHIEN; Recorrente: MARISA TERESA BOGGIO FELSBERG; Recorrida: BNS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 April 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial (decisão Monocrática)
- Legal Topics
- Nunciação De Obra Nova, Danos Materiais, Dano Moral, Lucros Cessantes, Cerceamento De Defesa, Perícia, Sucumbência Recíproca, Honorários Advocatícios, Fundamentação Judicial
Case Brief
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Parties
FRANCISCO BOGGIO FELSBERG
Recorrente
HSU HAI CHIN
Recorrente
HSU CHIH CHIN
Recorrente
HSU WANG SHAO CHIEN
Recorrente
MARISA TERESA BOGGIO FELSBERG
Recorrente
BNS
Recorrida
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 alegação de ofensa ao art. 489 do CPC/2015 (negação de prestação jurisdicional)
- 2 alegação de cerceamento de defesa por indeferimento de produção de prova e não realização de audiência de instrução
- 3 possibilidade de reexame do conjunto fático-probatório em recurso especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a alegação de ofensa ao art. 489 do CPC/2015 foi apresentada de forma genérica e deficiente (aplicação da Súmula 284/STF) e porque as pretensões dos recorrentes demandariam reexame do conjunto fático-probatório e das provas (vedado pela Súmula 7/STJ). Além disso, o Tribunal de origem fundou-se em laudo pericial imparcial e em conclusões sobre responsabilidade proporcional, lucros cessantes não comprovados e valores de danos morais dentro da razoabilidade, o que impede reforma na via especial.
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