REsp 1774705 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento na extensão conhecida porque o Tribunal de origem enfrentou e fundamentou adequadamente as questões relevantes; a produção de prova oral foi corretamente indeferida por ser outra diligência desnecessária ante a suficiência das provas já constantes dos autos, nos termos do art. 370 do CPC; a reavaliação de matéria fático-probatória restaria obstada pela Súmula 7/STJ; a RN 387/2015 da ANS fixa regras de cobertura de determinadas terapias, mas não houve prova de danos morais suficientes no caso concreto; e a alegação de dissídio jurisprudencial não atendeu aos requisitos formais exigidos.
- Parties
- Autora/recorrente: L C P; Representante/autora/recorrente: A A G P; Ré/recorrida: UNIMED CURITIBA - SOCIEDADE COOPERATIVA DE MEDICOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 November 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Conhecido Em Parte E Negado Provimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Conheço, em parte, do recurso especial e, nessa extensão, nego provimento.
- Legal Topics
- Obrigação De Fazer, Indenização Por Danos Morais E Materiais, Cobertura De Plano De Saúde, Produção De Provas, Cerceamento De Defesa, Dissídio Jurisprudencial, Interpretação De Normas Da ANS (rn 387/2015)
Case Brief
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Parties
L C P
Autora/recorrente
A A G P
Representante/autora/recorrente
UNIMED CURITIBA - SOCIEDADE COOPERATIVA DE MEDICOS
Ré/recorrida
Procedural Posture
Recurso Especial / Conhecido Em Parte E Negado Provimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 alegada violação do art. 489, §1º, I, III e IV, do CPC
- 2 alegado cerceamento de defesa por indeferimento de prova oral (arts. 369 e 373, I, do CPC)
- 3 alegada violação aos arts. 374 e 507 do CPC (preclusão)
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento na extensão conhecida porque o Tribunal de origem enfrentou e fundamentou adequadamente as questões relevantes; a produção de prova oral foi corretamente indeferida por ser outra diligência desnecessária ante a suficiência das provas já constantes dos autos, nos termos do art. 370 do CPC; a reavaliação de matéria fático-probatória restaria obstada pela Súmula 7/STJ; a RN 387/2015 da ANS fixa regras de cobertura de determinadas terapias, mas não houve prova de danos morais suficientes no caso concreto; e a alegação de dissídio jurisprudencial não atendeu aos requisitos formais exigidos.
Court Disposition
Conheço, em parte, do recurso especial e, nessa extensão, nego provimento.
Orders
- Intimem-se.
Full Case Text
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