REsp 2164132 - DECISAO
Houve omissão no acórdão do Tribunal a quo por não ter analisado a questão suscitada sobre a licitude da cobrança de ICMS diante da data de ajuizamento e dos efeitos da ADC 49; por violação ao art. 1.022 do CPC/2015, o Recurso Especial foi parcialmente provido para anular o aresto dos embargos de declaração e determinar o retorno dos autos ao Tribunal de origem para novo julgamento sobre a tese omitida.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão
- Outcome
- Recurso Especial parcialmente provido para anular o aresto proferido nos Embargos de Declaração e determinar o retorno dos autos ao Tribunal a quo para novo julgamento sobre a tese da licitude da cobrança de ICMS no caso concreto.
- Legal Topics
- Omissão, Art. 1.022 Do Cpc/2015, ICMS, ADC 49, Coisa Julgada, Juros De Mora, Salário Maternidade
Case Brief
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Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão
Legal Issues
- 1 violação ao art. 1.022 do CPC/2015
- 2 incidência de ICMS na transferência de bens entre estabelecimentos do mesmo contribuinte
- 3 efeitos da ADC 49 quanto à cobrança de ICMS
Ratio Decidendi
Houve omissão no acórdão do Tribunal a quo por não ter analisado a questão suscitada sobre a licitude da cobrança de ICMS diante da data de ajuizamento e dos efeitos da ADC 49; por violação ao art. 1.022 do CPC/2015, o Recurso Especial foi parcialmente provido para anular o aresto dos embargos de declaração e determinar o retorno dos autos ao Tribunal de origem para novo julgamento sobre a tese omitida.
Court Disposition
Recurso Especial parcialmente provido para anular o aresto proferido nos Embargos de Declaração e determinar o retorno dos autos ao Tribunal a quo para novo julgamento sobre a tese da licitude da cobrança de ICMS no caso concreto.
Orders
- Anular o aresto proferido nos Embargos de Declaração.
- Determinar o retorno dos autos ao Tribunal a quo para que, em novo julgamento, seja abordada a tese de que é lícita a cobrança de ICMS na hipótese dos autos, em razão de ajuizamento após 29.4.2021 e efeitos da ADC 49 a partir do exercício financeiro de 2024.
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