EAREsp 1767282 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem examinou e fundamentou a legitimidade ativa da associação e as demais questões apontadas, de modo que não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC; a alteração das conclusões do TJSC implicaria reexame de fatos e provas vedado pela Súmula 7; a cobrança da cláusula penal em contrato de consórcio exige comprovação de prejuízo pela administradora (Súmula 83), e os óbices sumulares (Súmulas 5 e 7) impedem o conhecimento do recurso quanto às matérias que demandariam reavaliação fático-probatória, razão pela qual o agravo interno foi não provido.
- Parties
- Agravante: ITAÚ UNIBANCO VEÍCULO ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA.; Autora: INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CIDADAO (IBDCI)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (agravo Interno Não Provido)
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- Omissão, Negativa De Prestação Jurisdicional, Legitimidade Ativa De Associação, Pertinência Temática, Desvio De Finalidade, Ação Civil Pública, Cláusula Penal Compensatória, Reexame De Fatos E Provas, Súmulas Do STJ, Dissídio Jurisprudencial, Prescrição, Multa Processual
Case Brief
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Parties
ITAÚ UNIBANCO VEÍCULO ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA.
Agravante
INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CIDADAO (IBDCI)
Autora
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (agravo Interno Não Provido)
Legal Issues
- 1 ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC (alegação de omissão)
- 2 legitimidade ativa da associação autora e pertinência temática
- 3 alegação de desvio de finalidade da associação (captação de clientela)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem examinou e fundamentou a legitimidade ativa da associação e as demais questões apontadas, de modo que não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC; a alteração das conclusões do TJSC implicaria reexame de fatos e provas vedado pela Súmula 7; a cobrança da cláusula penal em contrato de consórcio exige comprovação de prejuízo pela administradora (Súmula 83), e os óbices sumulares (Súmulas 5 e 7) impedem o conhecimento do recurso quanto às matérias que demandariam reavaliação fático-probatória, razão pela qual o agravo interno foi não provido.
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
Full Case Text
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