AREsp 2128791 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque não houve omissão no acórdão recorrido nos termos do art. 1.022 do CPC e porque a pretensão de modificar a dosimetria das penas demandaria reexame do contexto fático-probatório, providência vedada pela Súmula 7/STJ; não se demonstrou flagrante desproporcionalidade das penas que autorizasse intervenção do STJ.
- Parties
- Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS; Agravado: Magda Mofatto Hon; Agravado: Ricardo Maciel Garcia Gomes
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (primeira Turma, Sessão Virtual)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Omissão, Dosimetria Da Pena, Proporcionalidade Das Sanções, Súmula 7/stj, Art. 1.022 Do CPC, Art. 12, I, Da Lei 8.429/1992
Case Brief
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Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
Agravante
Magda Mofatto Hon
Agravado
Ricardo Maciel Garcia Gomes
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (primeira Turma, Sessão Virtual)
Legal Issues
- 1 ocorrência de omissão no acórdão quanto à definição das sanções (art. 1.022 CPC)
- 2 proporcionalidade das sanções aplicadas com fulcro no art. 12, I, da Lei 8.429/1992
- 3 possibilidade de revisão da dosimetria sem reexame do contexto fático-probatório (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque não houve omissão no acórdão recorrido nos termos do art. 1.022 do CPC e porque a pretensão de modificar a dosimetria das penas demandaria reexame do contexto fático-probatório, providência vedada pela Súmula 7/STJ; não se demonstrou flagrante desproporcionalidade das penas que autorizasse intervenção do STJ.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
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