AREsp 2791508 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não se identificaram omissão, contradição, obscuridade ou erro material no acórdão; além disso, a parte agravante deixou de impugnar especificamente os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, sendo esse o momento adequado (interposição do agravo), de modo que os argumentos apresentados não são aptos a infirmar a decisão embargada.
- Parties
- Embargante: JOSE DA SILVA MARTINS; Embargante: EDNA ROSALINA SAVOLDI MARTINS; Embargante: THAIS ELISANDRA MARTINS MENDES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 March 2025
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão
- Outcome
- Rejeito os Embargos de Declaração.
- Legal Topics
- Omissão, Contradição, Obscuridade, Prequestionamento, Admissão De Recurso Especial, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
JOSE DA SILVA MARTINS
Embargante
EDNA ROSALINA SAVOLDI MARTINS
Embargante
THAIS ELISANDRA MARTINS MENDES
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Legal Issues
- 1 existência de omissão, contradição ou obscuridade no acórdão
- 2 necessidade de impugnação específica dos fundamentos da decisão que não admite recurso especial
- 3 momento processual adequado para impugnação (Agravo em Recurso Especial)
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não se identificaram omissão, contradição, obscuridade ou erro material no acórdão; além disso, a parte agravante deixou de impugnar especificamente os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, sendo esse o momento adequado (interposição do agravo), de modo que os argumentos apresentados não são aptos a infirmar a decisão embargada.
Court Disposition
Rejeito os Embargos de Declaração.
Orders
- Rejeito os Embargos de Declaração.
- Advirto a parte embargante sobre a reiteração deste expediente, sob pena de pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos versando sobre o mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do Código de Processo Civil).
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