EAREsp 1767282 - DECISAO
Reconsiderou-se a decisão para conhecer do agravo e, após exame, concluiu-se que não houve omissão a ser sanada, que o Tribunal estadual fundamentou adequadamente a legitimidade da associação como substituta processual e que a cláusula penal de consórcio só pode ser cobrada mediante comprovação de prejuízo ao grupo, consoante Súmula 83; assim, o recurso especial foi parcialmente conhecido e, nessa parte, negado provimento, sendo inviável o reexame fático-probatório em sede de recurso especial devido às Súmulas 5 e 7 do STJ.
- Parties
- Agravante: ITAÚ UNIBANCO VEÍCULO ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA.; Agravado: INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CIDADAO (IBDCI)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Reconsideração Da Relatoria; Agravo Conhecido; Recurso Especial Parcialmente Conhecido E, Nesta Extensão, Não Provido
- Outcome
- Agravo conhecido. Recurso especial parcialmente conhecido e, nesta extensão, não provido.
- Legal Topics
- Omissão (art. 1.022 Cpc), Legitimidade Ativa De Associação Substituta Processual, Cláusula Penal Compensatória Em Contrato De Consórcio, Dissídio Jurisprudencial, Incidência Das Súmulas 5, 7 E 83 Do STJ
Case Brief
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Parties
ITAÚ UNIBANCO VEÍCULO ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA.
Agravante
INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CIDADAO (IBDCI)
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Reconsideração Da Relatoria; Agravo Conhecido; Recurso Especial Parcialmente Conhecido E, Nesta Extensão, Não Provido
Legal Issues
- 1 existência de omissão no acórdão (art. 1.022 CPC)
- 2 legitimidade ativa da associação autora/pertinência temática e alegado desvio de finalidade
- 3 validade da cláusula penal compensatória de 15% em contrato de consórcio
Ratio Decidendi
Reconsiderou-se a decisão para conhecer do agravo e, após exame, concluiu-se que não houve omissão a ser sanada, que o Tribunal estadual fundamentou adequadamente a legitimidade da associação como substituta processual e que a cláusula penal de consórcio só pode ser cobrada mediante comprovação de prejuízo ao grupo, consoante Súmula 83; assim, o recurso especial foi parcialmente conhecido e, nessa parte, negado provimento, sendo inviável o reexame fático-probatório em sede de recurso especial devido às Súmulas 5 e 7 do STJ.
Court Disposition
Agravo conhecido. Recurso especial parcialmente conhecido e, nesta extensão, não provido.
Orders
- Reconsidero a decisão de e-STJ, fls. 672/674
- Conheço do agravo interno
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