AREsp 2509319 - ACORDAO
Não há afronta ao art. 1.022 do CPC/2015 porque o acórdão recorrido se pronunciou de forma clara e suficiente sobre as questões suscitadas e sobre os argumentos capazes, em tese, de infirmar a conclusão do Juízo; além disso, o Tribunal de origem concluiu que houve falha na prestação de serviços do banco e que este não comprovou a regularidade das operações, impondo a responsabilidade objetiva e manutenção da condenação; assim, deve ser negado provimento ao agravo interno.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (julgamento Colegiado Em Sessão Virtual)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno; decisão mantida.
- Legal Topics
- Omissão (art. 1.022 Do Cpc/2015), Responsabilidade Objetiva De Instituições Financeiras, Falha Na Prestação De Serviços, Fortuito Interno (súmula 479), Danos Morais, Negativa De Prestação Jurisdicional
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (julgamento Colegiado Em Sessão Virtual)
Legal Issues
- 1 Existência ou não de omissão no acórdão em face do art. 1.022 do CPC/2015
- 2 Responsabilidade objetiva do banco por transferências fraudulentas e aplicação do art. 14 do CDC e da Súmula 479 do STJ
- 3 ônus da prova quanto à regularidade das operações bancárias
Ratio Decidendi
Não há afronta ao art. 1.022 do CPC/2015 porque o acórdão recorrido se pronunciou de forma clara e suficiente sobre as questões suscitadas e sobre os argumentos capazes, em tese, de infirmar a conclusão do Juízo; além disso, o Tribunal de origem concluiu que houve falha na prestação de serviços do banco e que este não comprovou a regularidade das operações, impondo a responsabilidade objetiva e manutenção da condenação; assim, deve ser negado provimento ao agravo interno.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno; decisão mantida.
Orders
- NEGO PROVIMENTO ao agravo interno.
- Nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, majoro em 20% (vinte por cento) o valor atualizado dos honorários advocatícios arbitrados na origem em favor da parte recorrida, observando-se os limites dos §§ 2º e 3º do referido dispositivo.
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