AREsp 1573127 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o ato da autoridade que vedou ao recorrente a prescrição de lentes e óculos e a realização de exames de acuidade visual não violou direito líquido e certo, dado que os Decretos nº 20.931/32 e 24.492/34 permanecem em vigor e impõem limites ao exercício da optometria, reservando atos privativos ao médico oftalmologista.
- Parties
- Agravante: Paulo Giovani Cervocontra; Autoridade Coatora: autoridade coatora; Fiscal Da Lei: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão (nego Provimento Ao Agravo)
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Optometria, Vigência De Decretos, Exercício Profissional, Prescrição De Óculos E Lentes, Vigilância Sanitária
Case Brief
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Parties
Paulo Giovani Cervocontra
Agravante
autoridade coatora
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Fiscal Da Lei
Procedural Posture
Agravo / Decisão (nego Provimento Ao Agravo)
Legal Issues
- 1 vigência dos Decretos nº 20.931/32 e 24.492/34
- 2 possibilidade de optometristas prescreverem óculos e lentes e realizarem exames de acuidade visual
- 3 competência da vigilância sanitária para fiscalizar exercício da optometria
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o ato da autoridade que vedou ao recorrente a prescrição de lentes e óculos e a realização de exames de acuidade visual não violou direito líquido e certo, dado que os Decretos nº 20.931/32 e 24.492/34 permanecem em vigor e impõem limites ao exercício da optometria, reservando atos privativos ao médico oftalmologista.
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Publique-se.
Full Case Text
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