REsp 2113467 - DECISAO
O Tribunal considerou incabível, na via do recurso especial, o revolvimento do conjunto fático-probatório e confirmou que a falsificação e o uso dos alvarás serviram como meio para o peculato (aplicação do princípio da consunção), manteve o reconhecimento da continuidade delitiva nos termos do art. 71 do CP, e admitiu a valoração da condenação anterior de ANDERSON como maus antecedentes na primeira fase da dosimetria; com isso majorou a pena do recorrido ANDERSON LUIS DE OLIVEIRA, totalizando 10 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão, em regime inicial fechado.
- Parties
- Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ; Recorrido: ANDERSON LUIS DE OLIVEIRA; Recorrido: Sandro Moreti Jusselino Maniçoba; Recorrido: Daverson Moura Seraphim; Recorrido: João Geraldo Nascimento
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 November 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial (mérito)
- Outcome
- recurso especial parcialmente provido
- Legal Topics
- Peculato Furto, Organização Criminosa, Crime Continuado, Reincidência, Princípio Da Consunção, Dosimetria Da Pena, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ
Recorrente
ANDERSON LUIS DE OLIVEIRA
Recorrido
Sandro Moreti Jusselino Maniçoba
Recorrido
Daverson Moura Seraphim
Recorrido
João Geraldo Nascimento
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial (mérito)
Legal Issues
- 1 reconhecimento da continuidade delitiva (art.71 CP)
- 2 aplicação do princípio da consunção entre falsificação/uso de documento e peculato
- 3 valoração de condenação anterior como maus antecedentes na dosimetria
Ratio Decidendi
O Tribunal considerou incabível, na via do recurso especial, o revolvimento do conjunto fático-probatório e confirmou que a falsificação e o uso dos alvarás serviram como meio para o peculato (aplicação do princípio da consunção), manteve o reconhecimento da continuidade delitiva nos termos do art. 71 do CP, e admitiu a valoração da condenação anterior de ANDERSON como maus antecedentes na primeira fase da dosimetria; com isso majorou a pena do recorrido ANDERSON LUIS DE OLIVEIRA, totalizando 10 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão, em regime inicial fechado.
Court Disposition
recurso especial parcialmente provido
Orders
- Parcial provimento para majorar a pena de ANDERSON LUIS DE OLIVEIRA, que passa a totalizar 10 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão, em regime inicial fechado.
- Publique-se. Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment