AREsp 2867749 - DECISAO

AREsp 2867749 - DECISAO

O agravo não foi conhecido porque o agravante não impugnou de forma específica os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial (óbices baseados nas Súmulas 7 e 83 do STJ e Súmula 284 do STF), exigência prevista no art. 932, III, do CPC (aplicável por art. 3º do CPP) e na Súmula 182 do STJ; além disso, as matérias suscitadas demandariam reexame de fatos e provas, vedado em recurso especial, e a jurisprudência desta Corte afasta a aplicação da agravante do art. 61, II, "g" do CP ao crime de peculato.

Parties
Agravante: NILTON ROSA PINTO; Decisum/órgão Que Proferiu a Decisão Agravada: Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia; Parte Que Apresentou Contrarrazões: Ministério Público; Parte Que Se Manifestou Nos Autos: Procuradoria-Geral da República
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
19 May 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Admissibilidade/inadmissibilidade (não Conhecimento Do Agravo)
Legal Topics
Peculato, Falsificação De Documento Público, Inadmissibilidade De Recurso Especial, Impugnação Específica, Súmula 182/stj, Súmula 7/stj, Bis in Idem, Agravante Do Art. 61, II, "g" Do CP

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

NILTON ROSA PINTO

Agravante

Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia

Decisum/órgão Que Proferiu a Decisão Agravada

Ministério Público

Parte Que Apresentou Contrarrazões

Procuradoria-Geral da República

Parte Que Se Manifestou Nos Autos

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Admissibilidade/inadmissibilidade (não Conhecimento Do Agravo)

  1. 1 ausência de impugnação específica dos fundamentos da decisão agravada
  2. 2 alegada nulidade por alteração da descrição fática na denúncia (art. 384 do CPP)
  3. 3 alegação de bis in idem na aplicação da agravante do art. 61, II, "g" do CP no crime de peculato

Ratio Decidendi

O agravo não foi conhecido porque o agravante não impugnou de forma específica os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial (óbices baseados nas Súmulas 7 e 83 do STJ e Súmula 284 do STF), exigência prevista no art. 932, III, do CPC (aplicável por art. 3º do CPP) e na Súmula 182 do STJ; além disso, as matérias suscitadas demandariam reexame de fatos e provas, vedado em recurso especial, e a jurisprudência desta Corte afasta a aplicação da agravante do art. 61, II, "g" do CP ao crime de peculato.