REsp 2096398 - DECISAO
Não conheceu-se do recurso especial: a parte fundada na alínea c da competência constitucional não cumpriu o requisito do cotejo analítico e apontou paradigma proferido em processo de competência originária, inviabilizando a admissibilidade; ademais, a revisão da matéria exigida implicaria reexame de provas, vedado pela Súmula 7, e a Corte de origem demonstrou que a nulidade da prova por autoincriminação alcançou apenas um corréu, havendo elementos probatórios suficientes para manter a condenação do recorrente por peculato.
- Parties
- Recorrente: MARCOS ROBERTO FERREIRA DE ALMEIDA; Corréu: ALEXANDRE MACEDO; Corréu: MARCOS DONIZETTI MARTINS LIMA; Corréu: ISAÍAS; Corréu: NÉLIO LACERDA INÁCIO; Corréu: LUCIMAR APARECIDO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 October 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Não conheço do recurso especial.
- Legal Topics
- Peculato, Organização Criminosa, Corrupção Passiva, Tráfico De Influência, Falsidade Ideológica, Lavagem De Capitais, Interceptação Telefônica, Nulidade De Prova, Autoincriminação, Rito Especial (arts. 513 E Ss. Cpp), Art. 312 Do Código Penal
Case Brief
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Parties
MARCOS ROBERTO FERREIRA DE ALMEIDA
Recorrente
ALEXANDRE MACEDO
Corréu
MARCOS DONIZETTI MARTINS LIMA
Corréu
ISAÍAS
Corréu
NÉLIO LACERDA INÁCIO
Corréu
LUCIMAR APARECIDO
Corréu
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 violação aos arts. 157, §1º e 580 do Código de Processo Penal
- 2 alcance da nulidade da prova por autoincriminação e efeito sobre demais acusados
- 3 alegação de divergência jurisprudencial sobre a interpretação do art. 312 do Código Penal
Ratio Decidendi
Não conheceu-se do recurso especial: a parte fundada na alínea c da competência constitucional não cumpriu o requisito do cotejo analítico e apontou paradigma proferido em processo de competência originária, inviabilizando a admissibilidade; ademais, a revisão da matéria exigida implicaria reexame de provas, vedado pela Súmula 7, e a Corte de origem demonstrou que a nulidade da prova por autoincriminação alcançou apenas um corréu, havendo elementos probatórios suficientes para manter a condenação do recorrente por peculato.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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