AREsp 2454819 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem, soberano na valoração do conjunto fático-probatório, concluiu que os valores bloqueados em conta bancária da pessoa jurídica eram penhoráveis (art. 835 I do CPC) e que não havia prova de paralisação da atividade ou de impossibilidade de cumprimento das obrigações empresariais; além disso, a análise contrária exigiria reexame de fatos vedado pela Súmula 7/STJ, e não houve demonstração suficiente do dissídio jurisprudencial exigido pela fundamentação constitucional e regimentais; por fim, não se comprovou litigância de má-fé por parte da recorrente.
- Parties
- Recorrente/coexecutada: ECON CONSTRUTORA E INCORPORADORA LTDA.; Exequente/impugnada: parte exequente/impugnada
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Inadmissão De Recurso Especial / Agravo Contra Inadmissão
- Outcome
- Negou provimento ao agravo
- Legal Topics
- Penhora, Impenhorabilidade, Dissídio Jurisprudencial, Súmula 7/stj, Sisbajud, Art. 833, IV, Cpc/2015, Art. 835 I, Art. 805
Case Brief
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Parties
ECON CONSTRUTORA E INCORPORADORA LTDA.
Recorrente/coexecutada
parte exequente/impugnada
Exequente/impugnada
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Inadmissão De Recurso Especial / Agravo Contra Inadmissão
Legal Issues
- 1 impenhorabilidade de valores em conta bancária de pessoa jurídica (art. 833, IV, CPC/2015)
- 2 preferência da penhora em dinheiro (art. 835 I CPC/2015)
- 3 necessidade de prequestionamento para o art. 805 do CPC/2015
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem, soberano na valoração do conjunto fático-probatório, concluiu que os valores bloqueados em conta bancária da pessoa jurídica eram penhoráveis (art. 835 I do CPC) e que não havia prova de paralisação da atividade ou de impossibilidade de cumprimento das obrigações empresariais; além disso, a análise contrária exigiria reexame de fatos vedado pela Súmula 7/STJ, e não houve demonstração suficiente do dissídio jurisprudencial exigido pela fundamentação constitucional e regimentais; por fim, não se comprovou litigância de má-fé por parte da recorrente.
Court Disposition
Negou provimento ao agravo
Orders
- Publique-se e intimem-se.
- Rejeitado o pedido de condenação da recorrente à multa por litigância de má-fé
Full Case Text
Judgment text and source record
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