AREsp 2347556 - DECISAO
O tribunal concluiu que o acórdão recorrido apresentou fundamentação concreta e suficiente (não havendo violação do art. 489 do CPC/2015), que a Fazenda Pública pode recusar bens nomeados à penhora quando não observada a ordem legal de preferência prevista na Lei de Execuções Fiscais, e que a análise sobre a aplicação do princípio da menor onerosidade exigiria reexame de fatos e provas, o que é vedado no recurso especial; assim, conheceu-se do agravo em parte e, nessa extensão, negou-se provimento ao recurso especial.
- Parties
- Agravante/recorrente: MAX EXPRESS TRANSPORTES E ENCOMENDAS LTDA. ou MAX EXPRESS TRANSPORTES E ENCOMENDAS EIRELI; Exequente/parte Adversa: Fazenda Pública do Estado de São Paulo
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão (conhecimento Em Parte Do Recurso Especial E, Nessa Extensão, Negado Provimento)
- Outcome
- Agravo conhecido em parte e, nessa extensão, negado provimento.
- Legal Topics
- Penhora, Ordem Legal De Preferência (art. 11 Da Lef), Princípio Da Menor Onerosidade (art. 805 Cpc), Fundamentação Judicial (art. 489 Cpc/2015), Admissibilidade De Recurso Especial, Prequestionamento
Case Brief
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Parties
MAX EXPRESS TRANSPORTES E ENCOMENDAS LTDA. ou MAX EXPRESS TRANSPORTES E ENCOMENDAS EIRELI
Agravante/recorrente
Fazenda Pública do Estado de São Paulo
Exequente/parte Adversa
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão (conhecimento Em Parte Do Recurso Especial E, Nessa Extensão, Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Se a Fazenda Pública pode recusar bem nomeado à penhora quando não observada a ordem legal de preferência prevista no art. 11 da Lei n. 6.830/1980
- 2 Se houve violação ao dever de fundamentação (art. 489 do CPC/2015) e negativa de prestação jurisdicional
- 3 Aplicabilidade do princípio da menor onerosidade (art. 805 do CPC) na execução fiscal e possibilidade de reexame de matéria fático-probatória no recurso especial
Ratio Decidendi
O tribunal concluiu que o acórdão recorrido apresentou fundamentação concreta e suficiente (não havendo violação do art. 489 do CPC/2015), que a Fazenda Pública pode recusar bens nomeados à penhora quando não observada a ordem legal de preferência prevista na Lei de Execuções Fiscais, e que a análise sobre a aplicação do princípio da menor onerosidade exigiria reexame de fatos e provas, o que é vedado no recurso especial; assim, conheceu-se do agravo em parte e, nessa extensão, negou-se provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Agravo conhecido em parte e, nessa extensão, negado provimento.
Orders
- Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, negar-lhe provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
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