AREsp 2061908 - DECISAO
O agravo foi conhecido em parte, mas negado provimento, porque os agravantes não manejaram as vias recursais adequadas simultaneamente para impugnar a aplicação do Tema 885/STJ e os demais fundamentos de inadmissão (falha processual que impede o conhecimento quanto ao prosseguimento contra devedor solidário), e porque as alegações relativas à impenhorabilidade e aos demais pontos demandariam reexame do conjunto probatório, o que é vedado pela Súmula 7/STJ; ademais, não houve prova mínima de que o imóvel alegado como bem de família serve de residência dos executados.
- Parties
- Recorrente: Hélio; Recorrente: Sueli; Executado: ARMANDO DIOGO SILVA PINTO; Executado: MARIA INÊS PAIOLI SILVA PINTO; Pessoa Jurídica Em Recuperação Judicial / Coexecutada: Engebasa
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Decisão: Conheço Em Parte E Nego Provimento Ao Agravo
- Outcome
- Conheço em parte do agravo e nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Penhora De Bens Imóveis, Impenhorabilidade (bem De Família), Prosseguimento Contra Coobrigados/devedor Solidário, Admissibilidade De Recurso Especial, Tema 885/stj, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
Hélio
Recorrente
Sueli
Recorrente
ARMANDO DIOGO SILVA PINTO
Executado
MARIA INÊS PAIOLI SILVA PINTO
Executado
Engebasa
Pessoa Jurídica Em Recuperação Judicial / Coexecutada
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Decisão: Conheço Em Parte E Nego Provimento Ao Agravo
Legal Issues
- 1 adequação da via recursal para impugnar prosseguimento contra devedor solidário (Tema 885/STJ)
- 2 comprovação da impenhorabilidade por bem de família (Lei 8.009/1990, art.1º)
- 3 suspensão da execução em razão da recuperação judicial de terceiro coobrigado
Ratio Decidendi
O agravo foi conhecido em parte, mas negado provimento, porque os agravantes não manejaram as vias recursais adequadas simultaneamente para impugnar a aplicação do Tema 885/STJ e os demais fundamentos de inadmissão (falha processual que impede o conhecimento quanto ao prosseguimento contra devedor solidário), e porque as alegações relativas à impenhorabilidade e aos demais pontos demandariam reexame do conjunto probatório, o que é vedado pela Súmula 7/STJ; ademais, não houve prova mínima de que o imóvel alegado como bem de família serve de residência dos executados.
Court Disposition
Conheço em parte do agravo e nego-lhe provimento.
Orders
- Fica prejudicado o pedido de efeito suspensivo.
- Sem majoração de honorários advocatícios, pois não foram arbitrados anteriormente.
Full Case Text
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