AREsp 2402636 - DECISAO
O acórdão foi mantido porque o Tribunal de origem enfrentou adequadamente as questões, concluiu que a penhora de cotas societárias apresenta complexa liquidez e é inadequada para priorizar a satisfação do crédito do exequente, e qualquer revisão exigiria reexame de matéria fático‑probatória vedado pela Súmula 7 do STJ.
- Parties
- Agravante: Agravante; Executada: Empresa executada; DEBENS; Exequente: Exequente
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Decisão De Inadmissão De Recurso Especial
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Penhora De Cotas Societárias, Súmula 7 Do STJ, Efetividade Da Execução, Menor Onerosidade Da Execução, Art. 835 Do CPC, Art. 805 Do CPC, Reexame De Matéria Fático‑probatória
Case Brief
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Parties
Agravante
Agravante
Empresa executada
Executada
DEBENS
Exequente
Exequente
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Decisão De Inadmissão De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 inadmissão do recurso especial por aplicação da Súmula 7 do STJ
- 2 adequação da penhora de cotas societárias como garantia da execução
- 3 interpretação e aplicação do art. 835 do CPC
Ratio Decidendi
O acórdão foi mantido porque o Tribunal de origem enfrentou adequadamente as questões, concluiu que a penhora de cotas societárias apresenta complexa liquidez e é inadequada para priorizar a satisfação do crédito do exequente, e qualquer revisão exigiria reexame de matéria fático‑probatória vedado pela Súmula 7 do STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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