AREsp 2889257 - DECISAO
O agravo foi conhecido para manter a decisão de não admitir o recurso especial porque as razões recursais eram deficientes e genéricas quanto à alegação de negativa de prestação jurisdicional (incidindo a Súmula 284/STF), não houve prequestionamento dos dispositivos do Código Civil invocados (incidindo a Súmula 211/STJ) e o reexame necessário dos fatos e provas traria o óbice da Súmula 7/STJ; ademais, o Tribunal de origem fundamentou a possibilidade de penhora do usufruto das quotas diante da caracterização de blindagem patrimonial, com base nos arts. 834 e 867 do CPC.
- Parties
- Agravante: ALESSANDRA RESTAINO DIAGO; Agravante: FABIANA RESTAINO ESPER; Agravante: DANIELA RESTAINO DAUD; Exequente: ANÁLIA FRANCO COMÉRCIO E DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA.; Exequente: MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.; Executado: ESPÓLIO DE ÁLVARO MIGUEL RESTAINO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042 Do Cpc) / Decisão De Não Conhecer Do Recurso Especial (conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial)
- Outcome
- conhece-se do agravo e não se conhece do recurso especial
- Legal Topics
- Penhora De Quotas Sociais, Usufruto, Doação, Fraude À Execução, Prequestionamento, Súmula 284/stf, Súmula 211/stj, Súmula 7/stj, Súmula 568/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
ALESSANDRA RESTAINO DIAGO
Agravante
FABIANA RESTAINO ESPER
Agravante
DANIELA RESTAINO DAUD
Agravante
ANÁLIA FRANCO COMÉRCIO E DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA.
Exequente
MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.
Exequente
ESPÓLIO DE ÁLVARO MIGUEL RESTAINO
Executado
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042 Do Cpc) / Decisão De Não Conhecer Do Recurso Especial (conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 possibilidade de penhora do usufruto de quotas sociais
- 2 se o usufruto é inalienável e impenhorável
- 3 extinção do usufruto com a morte do usufrutuário
Ratio Decidendi
O agravo foi conhecido para manter a decisão de não admitir o recurso especial porque as razões recursais eram deficientes e genéricas quanto à alegação de negativa de prestação jurisdicional (incidindo a Súmula 284/STF), não houve prequestionamento dos dispositivos do Código Civil invocados (incidindo a Súmula 211/STJ) e o reexame necessário dos fatos e provas traria o óbice da Súmula 7/STJ; ademais, o Tribunal de origem fundamentou a possibilidade de penhora do usufruto das quotas diante da caracterização de blindagem patrimonial, com base nos arts. 834 e 867 do CPC.
Court Disposition
conhece-se do agravo e não se conhece do recurso especial
Orders
- Conhece-se do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Inaplicável a majoração prevista no art. 85, § 11, do CPC, por ausência de fixação de honorários sucumbenciais nas instâncias ordinárias.
Full Case Text
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