REsp 2101466 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque prevalece a jurisprudência do STJ que reconhece a impenhorabilidade de quantia de até 40 salários mínimos ainda que depositada em conta corrente ou aplicada, salvo demonstração de abuso, má-fé ou fraude, circunstâncias não demonstradas nos autos; adicionalmente, a alegação de má-fé carece de prequestionamento pelo Tribunal estadual, impedindo sua análise, e não é possível reexaminar a prova no recurso especial (Súmula 7/STJ).
- Parties
- Agravante: BRUNO ESTEFAN DE OLIVEIRA MARTINS; Agravante: MARIA HOSANA DE OLIVEIRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- Penhora De Valores, Impenhorabilidade, Salário, Má Fé, Prequestionamento, Súmulas Do STF
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
BRUNO ESTEFAN DE OLIVEIRA MARTINS
Agravante
MARIA HOSANA DE OLIVEIRA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento
Legal Issues
- 1 Impenhorabilidade de quantia até 40 salários mínimos
- 2 Penhora de valores em conta corrente e aplicação financeira
- 3 Comprovação de má-fé do devedor
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque prevalece a jurisprudência do STJ que reconhece a impenhorabilidade de quantia de até 40 salários mínimos ainda que depositada em conta corrente ou aplicada, salvo demonstração de abuso, má-fé ou fraude, circunstâncias não demonstradas nos autos; adicionalmente, a alegação de má-fé carece de prequestionamento pelo Tribunal estadual, impedindo sua análise, e não é possível reexaminar a prova no recurso especial (Súmula 7/STJ).
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- Nego provimento ao agravo interno
Full Case Text
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