AREsp 1925422 - DECISAO
O agravo é improvido porque o Tribunal de origem, com base no conjunto probatório dos autos, corretamente concluiu pela inexistência de dependência econômica habitual e substancial da autora em relação ao falecido; a alteração dessa conclusão exigiria reexame de fatos e provas, o que é vedado pela Súmula 7/STJ, e não se demonstrou ilegalidade ou abuso de poder na decisão atacada.
- Parties
- Agravante: LUZIA PEREIRA DA ROCHA; Falecido: ATEVALDO PEREIRA DA ROCHA; Cônjuge: SUELI SANTOS DA ROCHA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 September 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental / Decisão Monocrática No STJ Sobre Não Admissão De Recurso Especial
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Pensão Por Morte, Dependência Econômica, Reexame De Provas, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
LUZIA PEREIRA DA ROCHA
Agravante
ATEVALDO PEREIRA DA ROCHA
Falecido
SUELI SANTOS DA ROCHA
Cônjuge
Procedural Posture
Agravo Regimental / Decisão Monocrática No STJ Sobre Não Admissão De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Comprovação da dependência econômica da genitora em relação ao filho para concessão de pensão por morte
- 2 Possibilidade de reexame do acervo fático-probatório pelo STJ diante do óbice da Súmula 7
- 3 Interpretação e aplicação do art.16, II, §4º da Lei 8.213/91 e do art.22, §3º do Decreto 3.048/99
Ratio Decidendi
O agravo é improvido porque o Tribunal de origem, com base no conjunto probatório dos autos, corretamente concluiu pela inexistência de dependência econômica habitual e substancial da autora em relação ao falecido; a alteração dessa conclusão exigiria reexame de fatos e provas, o que é vedado pela Súmula 7/STJ, e não se demonstrou ilegalidade ou abuso de poder na decisão atacada.
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se
Full Case Text
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