AREsp 2629267 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido assentou sua decisão na desconstituição judicial do ato administrativo do INSS que havia reconhecido a união estável e, em seguida, na conclusão de que se tratava de concubinato simultâneo ao casamento, circunstâncias que dependeram de valoração probatória. Como o reexame do conjunto fático-probatório é vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ), foi correta a decisão de não admitir o especial e negar provimento ao agravo interno.
- Parties
- Agravante: Leonice Nunes da Fonseca; Agravada/parte Demandada: Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil - PREVI; Ex Cônjuge/parte Contrária: Maria José dos Santos D'Avila; Interessado/parte Administrativa: Instituto Nacional do Seguro Social - INSS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 April 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual Da Quarta Turma (decisão De Negar Provimento)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno, mantida a decisão que não admitiu o recurso especial
- Legal Topics
- Pensão Por Morte, União Estável, Concubinato, Súmula 7/stj, Reexame De Prova
Case Brief
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Parties
Leonice Nunes da Fonseca
Agravante
Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil - PREVI
Agravada/parte Demandada
Maria José dos Santos D'Avila
Ex Cônjuge/parte Contrária
Instituto Nacional do Seguro Social - INSS
Interessado/parte Administrativa
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual Da Quarta Turma (decisão De Negar Provimento)
Legal Issues
- 1 Rateio dos proventos de complementação de pensão por morte entre viúva e suposta companheira
- 2 Possibilidade de reconhecimento de união estável de pessoa casada e não separada de fato
- 3 Incidência da Súmula 7/STJ vedando reexame de matéria fático-probatória em recurso especial
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido assentou sua decisão na desconstituição judicial do ato administrativo do INSS que havia reconhecido a união estável e, em seguida, na conclusão de que se tratava de concubinato simultâneo ao casamento, circunstâncias que dependeram de valoração probatória. Como o reexame do conjunto fático-probatório é vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ), foi correta a decisão de não admitir o especial e negar provimento ao agravo interno.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno, mantida a decisão que não admitiu o recurso especial
Orders
- Negar provimento ao agravo interno; mantida a decisão do Tribunal de origem que não admitiu o recurso especial e que reformou a sentença de primeiro grau por entender desconstituído o reconhecimento administrativo de união estável
Full Case Text
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