REsp 2201423 - DECISAO
O Tribunal concluiu que não houve ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, porquanto o acórdão analisou e fundamentou as questões relevantes; manteve-se o reconhecimento, pelo tribunal de origem, da união estável do instituidor com terceira pessoa e da separação de fato entre a autora e o servidor falecido, o que justifica a concessão da pensão por morte apenas no valor correspondente à pensão alimentícia que a autora recebia, nos termos do art. 7º da Lei 3.765/60 c/c § 2º-A, Lei 13.954/2019, e declarou-se inviável, no recurso especial, reexaminar prova e fatos (Súmula 7/STJ).
- Parties
- Autora / Recorrente: Maria do Socorro Fernandes de Brito; Ré / Apelada: União; Instituidor / Falecido: José Elias de Brito; Ré / Apelada (reconhecida Em União Estável Com O Instituidor): Ana Cristina Soares Campista
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 May 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Em Recurso Especial (conhecimento Parcial; Não Provido)
- Outcome
- Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, não provido
- Legal Topics
- Pensão Por Morte, União Estável, Separação De Fato, Dependência Econômica, Súmula 7/stj, Súmula 284/stf, Tempus Regit Actum
Case Brief
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Parties
Maria do Socorro Fernandes de Brito
Autora / Recorrente
União
Ré / Apelada
José Elias de Brito
Instituidor / Falecido
Ana Cristina Soares Campista
Ré / Apelada (reconhecida Em União Estável Com O Instituidor)
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Em Recurso Especial (conhecimento Parcial; Não Provido)
Legal Issues
- 1 Alegada violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015
- 2 Aplicação da lei vigente ao tempo do óbito para concessão de pensão por morte
- 3 Reconhecimento de união estável do instituidor com terceira pessoa
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que não houve ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, porquanto o acórdão analisou e fundamentou as questões relevantes; manteve-se o reconhecimento, pelo tribunal de origem, da união estável do instituidor com terceira pessoa e da separação de fato entre a autora e o servidor falecido, o que justifica a concessão da pensão por morte apenas no valor correspondente à pensão alimentícia que a autora recebia, nos termos do art. 7º da Lei 3.765/60 c/c § 2º-A, Lei 13.954/2019, e declarou-se inviável, no recurso especial, reexaminar prova e fatos (Súmula 7/STJ).
Court Disposition
Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, não provido
Orders
- Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
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