AREsp 1824527 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem motivou de forma adequada ao reconhecer que a operadora do plano de saúde praticou conduta ilícita (extinção ilícita do contrato e recusa de cobertura a beneficiário com neoplasia), qualificou o contrato como 'falso coletivo' submetido ao CDC e à Lei 9.656/98, reconheceu o dano moral e fixou indenização razoável; não houve omissão ou insuficiência de fundamentação nos termos alegados pela recorrente.
- Parties
- Agravante: IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE MAUÁ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Contra Inadmissão De Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo E Julgamento Do Recurso Especial)
- Outcome
- Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Planos De Saúde, Dano Moral, Fraude À Lei (falso Coletivo), Gratuidade De Justiça, Honorários Sucumbenciais, Fundamentação Judicial (arts. 489 E 1.022 Do Cpc)
Case Brief
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Parties
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE MAUÁ
Agravante
Procedural Posture
Agravo Contra Inadmissão De Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo E Julgamento Do Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 violação dos arts. 489, §1º, III, IV e VI, e 1.022, I e II, do CPC/2015 alegada pela recorrente
- 2 ocorrência de dano moral em decorrência de negativa de cobertura a beneficiário com neoplasia e suposta extinção ilícita do contrato
- 3 qualificação de plano coletivo com apenas dois beneficiários como 'falso coletivo' e aplicação do Código de Defesa do Consumidor e da Lei 9.656/98
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem motivou de forma adequada ao reconhecer que a operadora do plano de saúde praticou conduta ilícita (extinção ilícita do contrato e recusa de cobertura a beneficiário com neoplasia), qualificou o contrato como 'falso coletivo' submetido ao CDC e à Lei 9.656/98, reconheceu o dano moral e fixou indenização razoável; não houve omissão ou insuficiência de fundamentação nos termos alegados pela recorrente.
Court Disposition
Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
Orders
- Mantida a decisão do Tribunal de origem quanto ao reconhecimento de dano moral e ao valor da indenização (R$ 7.000,00)
- Majorar os honorários sucumbenciais para 17,5% em favor do advogado da parte recorrida, nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015, observado o benefício da gratuidade de justiça, se for o caso
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Judgment text and source record
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