REsp 2019112 - ACORDAO

REsp 2019112 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo interno porque a jurisprudência do STJ consolidou o dever das operadoras de custear medicamentos antineoplásicos indicados e necessários, independentemente da natureza do rol da ANS; a recusa foi indevida diante do relatório médico e do registro na ANVISA, cabendo indenização por danos morais, e não houve configuração de litigância de má-fé na interposição dos recursos.

Parties
Agravante: POSTAL SAÚDE - CAIXA DE ASSISTÊNCIA E SAÚDE DOS EMPREGADOS DOS CORREIOS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
18 April 2024
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Decidido Em Sessão Virtual De 09/04/2024 a 15/04/2024; Julgamento Colegiado Quarta Turma
Outcome
agravo interno desprovido; negado provimento ao agravo interno
Legal Topics
Planos De Saúde, Fornecimento De Medicamento Antineoplásico, Rol Da ANS, Danos Morais, Litigância De Má Fé

Case Brief

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Parties

POSTAL SAÚDE - CAIXA DE ASSISTÊNCIA E SAÚDE DOS EMPREGADOS DOS CORREIOS

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno No Recurso Especial / Decidido Em Sessão Virtual De 09/04/2024 a 15/04/2024; Julgamento Colegiado Quarta Turma

  1. 1 Dever das operadoras de plano de saúde de cobrir fármacos antineoplásicos
  2. 2 Relevância da natureza taxativa ou exemplificativa do rol da ANS na obrigação de cobertura
  3. 3 Abusividade da recusa de cobertura quando há indicação médica e registro na ANVISA

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo interno porque a jurisprudência do STJ consolidou o dever das operadoras de custear medicamentos antineoplásicos indicados e necessários, independentemente da natureza do rol da ANS; a recusa foi indevida diante do relatório médico e do registro na ANVISA, cabendo indenização por danos morais, e não houve configuração de litigância de má-fé na interposição dos recursos.

Court Disposition

agravo interno desprovido; negado provimento ao agravo interno

Orders

  • Nego provimento ao agravo interno.
  • Mantida a decisão de origem que reconheceu o dever de fornecimento dos medicamentos e a condenação por danos morais no valor de R$ 10.000,00 (conforme acórdão de origem).