REsp 2137931 - DECISAO
O acórdão decidiu que as autuações e a Resolução ANTT 3.075/2009 são legais, por serem respaldadas na Lei nº 10.233/2001 e no poder de polícia da ANTT; que as infrações não são de trânsito e que, portanto, aplica-se o prazo da Lei nº 9.873/99; que a ausência de previsão de alegações finais em norma administrativa simplificada não acarreta nulidade por aplicação subsidiária da Lei nº 9.784/1999; que a motivação per relationem é válida; que os atos de fiscalização gozam de presunção de veracidade e que a dosimetria das multas é competência administrativa, havendo, na espécie, observância da proporcionalidade, motivo pelo qual o recurso especial foi conhecido em parte e desprovido quanto ao...
- Parties
- Recorrente: UTIL - UNIAO TRANSPORTE INTERESTADUAL DE LUXO LTDA; Recorrido: Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 October 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgado (conhecimento Em Parte E Negado Provimento)
- Outcome
- Conheço em parte do recurso especial e nego-lhe provimento
- Legal Topics
- Poder De Polícia, Resoluções Da ANTT, Processo Administrativo Sancionatório, Devido Processo Legal Administrativo, Prazo Para Autuação/notificação, Presunção De Veracidade De Atos Administrativos, Ausência De Alegações Finais, Motivação Per Relationem, Dosimetria Da Pena, Princípio Da Proporcionalidade, Vedação Ao Bis in Idem
Case Brief
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Parties
UTIL - UNIAO TRANSPORTE INTERESTADUAL DE LUXO LTDA
Recorrente
Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgado (conhecimento Em Parte E Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 legalidade da Resolução ANTT 3.075/2009
- 2 aplicabilidade do prazo do art. 281, §1º, II, do CTB vs art. 1º da Lei nº 9.873/99
- 3 obrigatoriedade de alegações finais nos procedimentos administrativos da ANTT
Ratio Decidendi
O acórdão decidiu que as autuações e a Resolução ANTT 3.075/2009 são legais, por serem respaldadas na Lei nº 10.233/2001 e no poder de polícia da ANTT; que as infrações não são de trânsito e que, portanto, aplica-se o prazo da Lei nº 9.873/99; que a ausência de previsão de alegações finais em norma administrativa simplificada não acarreta nulidade por aplicação subsidiária da Lei nº 9.784/1999; que a motivação per relationem é válida; que os atos de fiscalização gozam de presunção de veracidade e que a dosimetria das multas é competência administrativa, havendo, na espécie, observância da proporcionalidade, motivo pelo qual o recurso especial foi conhecido em parte e desprovido quanto ao...
Court Disposition
Conheço em parte do recurso especial e nego-lhe provimento
Orders
- Conheço em parte do recurso especial e nego-lhe provimento
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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