AREsp 989310 - DECISAO

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Conheceu-se do agravo e, no exame do recurso especial, manteve-se o acórdão recorrido por entender que a inicial alcançou sua finalidade (princípio da instrumentalidade das formas), não houve prejuízo ao direito de defesa pela alteração do pedido; a legitimidade da União como sucessora da RFFSA encontra respaldo em lei e precedentes (Súmula 365/STJ); a matéria de correção monetária deve observar a jurisprudência superior (inaplicabilidade do art.1º-F segundo o STF e aplicação do IPCA-E segundo o STJ); e a revisão dos honorários é limitada pela Súmula 7/STJ — assim, negou-se provimento ao recurso especial na parte conhecida.

Parties
Recorrente: União
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 June 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo E Conhecimento Parcial Do Recurso Especial
Legal Topics
Poderes Do Relator, Agravo Legal (art.557 Cpc), Instrumentalidade Das Formas, Legitimidade Da União Como Sucessora Da RFFSA, Competência Da Justiça Federal (súmula 365/stj), Correção Monetária (art.1º F Lei 9.494/1997; IPCA E), Honorários Advocatícios, Súmulas E Precedentes (súmulas 7, 83, 283, 365)

Case Brief

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Parties

União

Recorrente

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo E Conhecimento Parcial Do Recurso Especial

  1. 1 alegada alteração da causa de pedir (julgamento extra petita)
  2. 2 ilegitimidade passiva da União para pagamento de complementação de aposentadorias
  3. 3 aplicabilidade do art. 1º-F da Lei 9.494/1997 para atualização monetária

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e, no exame do recurso especial, manteve-se o acórdão recorrido por entender que a inicial alcançou sua finalidade (princípio da instrumentalidade das formas), não houve prejuízo ao direito de defesa pela alteração do pedido; a legitimidade da União como sucessora da RFFSA encontra respaldo em lei e precedentes (Súmula 365/STJ); a matéria de correção monetária deve observar a jurisprudência superior (inaplicabilidade do art.1º-F segundo o STF e aplicação do IPCA-E segundo o STJ); e a revisão dos honorários é limitada pela Súmula 7/STJ — assim, negou-se provimento ao recurso especial na parte conhecida.