AREsp 1786684 - DECISAO

AREsp 1786684 - DECISAO

Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a decisão de origem assentou fundamento suficiente — o erro de registro do plano como coletivo empresarial quando era coletivo por adesão — que não foi impugnado no recurso especial (Súmula 283/STF), e porque a fundamentação invocada no recurso especial era inadequada para sustentar a tese recursal (Súmula 284/STF); ademais, manteve-se a obrigação da operadora quanto ao enquadramento do registro perante a ANS nos termos da Resolução ANS nº 195/2009; majoraram-se honorários a cargo da recorrente.

Parties
Agravante: Unimed Vitória Cooperativa de Trabalho Médico
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
23 March 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade
Outcome
Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial; honorários advocatícios majorados em favor da parte recorrida.
Legal Topics
Portabilidade De Plano De Saúde, Rescisão Unilateral De Plano Coletivo, Registro/enquadramento Na ANS, Responsabilidade Da Operadora, Súmulas 283 E 284 STF, Fundamentação Vinculada Do Recurso Especial

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 12 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

Unimed Vitória Cooperativa de Trabalho Médico

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade

  1. 1 Obrigação de operadora alterar registro do plano junto à ANS para viabilizar portabilidade
  2. 2 Incidência das Súmulas 283 e 284 do STF quanto à admissibilidade do recurso especial
  3. 3 Aplicabilidade da Resolução ANS nº 195/2009 e da RN nº 438 em matéria de registro e portabilidade

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a decisão de origem assentou fundamento suficiente — o erro de registro do plano como coletivo empresarial quando era coletivo por adesão — que não foi impugnado no recurso especial (Súmula 283/STF), e porque a fundamentação invocada no recurso especial era inadequada para sustentar a tese recursal (Súmula 284/STF); ademais, manteve-se a obrigação da operadora quanto ao enquadramento do registro perante a ANS nos termos da Resolução ANS nº 195/2009; majoraram-se honorários a cargo da recorrente.

Court Disposition

Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial; honorários advocatícios majorados em favor da parte recorrida.

Orders

  • Agravo conhecido e não conhecido o recurso especial.
  • Honorários advocatícios fixados em R$ 500,00 a favor dos advogados da parte recorrida, a cargo da recorrente.