REsp 2101572 - DECISAO
Mantém-se o acórdão absolutório porque não foi demonstrada a existência, ainda que mínima, de conhecimento e ajuste prévio entre os agentes aptos a configurar dolo; a mera presença do recorrente com o agente que portava a arma é insuficiente para imputá‑lo pelo crime de porte compartilhado.
- Parties
- Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO; Recorrido: recorrido
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 March 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento
- Outcome
- nego provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Porte De Arma De Fogo, Vínculo Subjetivo (dolo), Responsabilidade Penal Objetiva, Imputação De Conduta a Terceiro
Case Brief
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Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Recorrente
recorrido
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento
Legal Issues
- 1 Se é possível imputar a terceiros o porte de arma quando a arma estava temporariamente com outro agente
- 2 Necessidade de demonstração de vínculo subjetivo (dolo) para compartilhamento do porte
- 3 Vedação da responsabilização penal objetiva
Ratio Decidendi
Mantém-se o acórdão absolutório porque não foi demonstrada a existência, ainda que mínima, de conhecimento e ajuste prévio entre os agentes aptos a configurar dolo; a mera presença do recorrente com o agente que portava a arma é insuficiente para imputá‑lo pelo crime de porte compartilhado.
Court Disposition
nego provimento ao recurso especial
Orders
- Nego provimento ao recurso especial.
- Mantém-se o acórdão recorrido que absolveu o recorrido.
Full Case Text
Judgment text and source record
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