RHC 193183 - ACORDAO

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Negou-se provimento ao agravo regimental porque, nos termos da jurisprudência dominante do STJ, o princípio da insignificância não é aplicável aos delitos de posse de entorpecente para consumo pessoal (art. 28 da Lei n. 11.343/2006), que são crimes de perigo abstrato, e a decisão monocrática do relator está autorizada pela Súmula n. 568/STJ.

Parties
Agravante: Pedro Henrique Fernandes da Silva; Órgão Ministerial: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
18 April 2024
Procedural Posture
Agravo Regimental No Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento Do Agravo Regimental (decisão Monocrática Confirmada)
Outcome
Agravo regimental desprovido
Legal Topics
Posse De Droga Para Consumo Próprio, Princípio Da Insignificância, Princípio Da Colegialidade, Perigo Abstrato

Case Brief

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Parties

Pedro Henrique Fernandes da Silva

Agravante

Ministério Público Federal

Órgão Ministerial

Procedural Posture

Agravo Regimental No Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento Do Agravo Regimental (decisão Monocrática Confirmada)

  1. 1 ofensa ao princípio da colegialidade
  2. 2 aplicabilidade do princípio da insignificância ao art. 28 da Lei n. 11.343/2006
  3. 3 natureza do crime de posse de drogas (perigo abstrato)

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo regimental porque, nos termos da jurisprudência dominante do STJ, o princípio da insignificância não é aplicável aos delitos de posse de entorpecente para consumo pessoal (art. 28 da Lei n. 11.343/2006), que são crimes de perigo abstrato, e a decisão monocrática do relator está autorizada pela Súmula n. 568/STJ.

Court Disposition

Agravo regimental desprovido

Orders

  • Negar provimento ao agravo regimental
  • Manter a decisão de fls. 82/84 que indeferiu liminarmente o recurso ordinário em habeas corpus