REsp 1878640 - DECISAO
Não conhecer do recurso especial porque (i) parte das alegações não foram devidamente desenvolvidas nas razões recursais, inviabilizando a análise (Súmula 284/STF); (ii) razões dissociadas do acórdão recorrido e que não impugnaram seus fundamentos impedem o conhecimento do recurso (Súmulas 283 e 284/STF); (iii) o interrogatório do réu foi realizado por carta precatória a pedido da própria defesa e não houve demonstração de prejuízo concreto, aplicando-se o art. 222, §1.º do CPP; e (iv) a nomeação de defensor dativo decorreu da ausência do advogado constituído, razão pela qual a alegação de nulidade pela falta de abertura de prazo para requerer diligências não pode ser conhecida, porquanto...
- Parties
- Recorrente: CARLOS JOSE MOISES ONEZIO; Recorrido: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 October 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- não conheço do recurso especial
- Legal Topics
- Posse Irregular De Arma De Fogo, Nulidade Processual, Interrogatório, Carta Precatória, Diligências, Advogado Dativo, Preclusão, Prequestionamento, Súmulas
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
CARLOS JOSE MOISES ONEZIO
Recorrente
Ministério Público Federal
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Violação dos arts. 59, 68 e 69 do Código Penal
- 2 Violação dos arts. 156, 386, incisos VI e VII, 400 e 402 do Código de Processo Penal
- 3 Nulidade por realização do interrogatório antes do retorno de carta precatória para oitiva de testemunha
Ratio Decidendi
Não conhecer do recurso especial porque (i) parte das alegações não foram devidamente desenvolvidas nas razões recursais, inviabilizando a análise (Súmula 284/STF); (ii) razões dissociadas do acórdão recorrido e que não impugnaram seus fundamentos impedem o conhecimento do recurso (Súmulas 283 e 284/STF); (iii) o interrogatório do réu foi realizado por carta precatória a pedido da própria defesa e não houve demonstração de prejuízo concreto, aplicando-se o art. 222, §1.º do CPP; e (iv) a nomeação de defensor dativo decorreu da ausência do advogado constituído, razão pela qual a alegação de nulidade pela falta de abertura de prazo para requerer diligências não pode ser conhecida, porquanto...
Court Disposition
não conheço do recurso especial
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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