AREsp 1714602 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque as questões federais suscitadas não foram objeto de debate no acórdão recorrido (incidindo a Súmula 282/STF) e porque o exame das matérias exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial (incidindo a Súmula 7/STJ); manteve-se, ainda, a aplicação da multa prevista no art. 774, parágrafo único, do CPC.
- Parties
- Agravante: ANA MARIA PRETO e OUTROS; Agravado: LUIZ GERALDO ISOLDI DE SYLOS; Executado: Zeneide Correa Preto; Executado: Espólio de José Roberto Preto
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgado Decisão Colegiada (quarta Turma)
- Outcome
- Agravo interno a que se nega provimento.
- Legal Topics
- Preclusão, Erro Escusável, Reexame De Provas, Súmula 7/stj, Súmula 282/stf, Súmula 356/stf, Litigância De Má Fé, Multa Processual (art. 774, Par. Único, Cpc)
Case Brief
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Parties
ANA MARIA PRETO e OUTROS
Agravante
LUIZ GERALDO ISOLDI DE SYLOS
Agravado
Zeneide Correa Preto
Executado
Espólio de José Roberto Preto
Executado
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgado Decisão Colegiada (quarta Turma)
Legal Issues
- 1 incidência da Súmula 7/STJ (vedação ao reexame de matéria fático-probatória)
- 2 ausência de prequestionamento de questões federais (Súmula 282/STF)
- 3 preclusão das matérias suscitadas
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque as questões federais suscitadas não foram objeto de debate no acórdão recorrido (incidindo a Súmula 282/STF) e porque o exame das matérias exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial (incidindo a Súmula 7/STJ); manteve-se, ainda, a aplicação da multa prevista no art. 774, parágrafo único, do CPC.
Court Disposition
Agravo interno a que se nega provimento.
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Manter o acórdão recorrido e as decisões de origem, inclusive quanto à condenação por ato atentatório à dignidade da justiça e à multa prevista no art. 774, parágrafo único, do CPC.
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