RHC 156491 - DECISAO
Negou-se provimento porque a defesa se encontrava preclusa por não ter arrolado testemunhas no prazo legal; o Ministério Público apenas adequou seu rol ao limite do art. 422 do CPP sem indicar novas testemunhas; a concessão de oitiva extemporânea é discricionária do juiz e não configura quebra da paridade de armas nem violação da plenitude da defesa.
- Parties
- Recorrente: JÚNIOR DE AGUIAR PINTO; Órgão Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Pará; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 December 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Final Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Preclusão, Arrolamento De Testemunhas, Paridade De Armas, Plenitude Da Defesa, Ouvida De Testemunhas Extemporâneas Como Testemunhas Do Juízo
Case Brief
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Parties
JÚNIOR DE AGUIAR PINTO
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado do Pará
Órgão Recorrido
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Final Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Preclusão do arrolamento de testemunhas por não indicação no prazo do art. 422 do CPP
- 2 Possibilidade e limites de oitiva extemporânea como testemunha do juízo
- 3 Alegação de violação da plenitude da defesa e da paridade de armas
Ratio Decidendi
Negou-se provimento porque a defesa se encontrava preclusa por não ter arrolado testemunhas no prazo legal; o Ministério Público apenas adequou seu rol ao limite do art. 422 do CPP sem indicar novas testemunhas; a concessão de oitiva extemporânea é discricionária do juiz e não configura quebra da paridade de armas nem violação da plenitude da defesa.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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