HC 780830 - ACORDAO
Habeas corpus impetrado mais de 14 anos após o julgamento da revisão criminal não pode ser conhecido em razão da preclusão temporal; a impetração não trouxe argumentos novos aptos a infirmar a decisão agravada, devendo prevalecer a segurança jurídica e a lealdade processual.
- Parties
- Agravante: PEDRO RODRIGO PEREIRA; Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 October 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgado (agravo Regimental Improvido; Negado Provimento)
- Outcome
- Agravo regimental improvido (negado provimento ao recurso).
- Legal Topics
- Preclusão Temporal, Habeas Corpus, Revisão Criminal, Continuidade Delitiva, Dosimetria
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
PEDRO RODRIGO PEREIRA
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgado (agravo Regimental Improvido; Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Incidência da preclusão temporal em habeas corpus impetrado mais de 14 anos após julgamento de revisão criminal
- 2 Possibilidade de reanálise da dosimetria e da continuidade delitiva via habeas corpus após longo decurso temporal
- 3 Obrigatoriedade de arguição tempestiva de nulidades, inclusive as ditas absolutas
Ratio Decidendi
Habeas corpus impetrado mais de 14 anos após o julgamento da revisão criminal não pode ser conhecido em razão da preclusão temporal; a impetração não trouxe argumentos novos aptos a infirmar a decisão agravada, devendo prevalecer a segurança jurídica e a lealdade processual.
Court Disposition
Agravo regimental improvido (negado provimento ao recurso).
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment