AREsp 2591602 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e decidiu-se não conhecer do recurso especial porque não houve manifestação do tribunal a quo sobre a alegada violação do art. 11 do CPC (impossibilitando o exame pelo STJ), o prequestionamento ficto do art. 1.025 CPC/2015 não foi adequadamente manejado por ausência de indicação de violação ao art. 1.022, e as razões recursais foram genéricas quanto ao art. 489 do CPC, configurando deficiência de fundamentação que atrai, por analogia, a Súmula 284/STF; assim, presentes os óbices de admissibilidade, foi possível o julgamento monocrático nos termos do art. 932, III, do CPC/2015.
- Parties
- Recorrente: MUNICÍPIO DE DONA INÊS; Tribunal a Quo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial (decisão Monocrática)
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Prequestionamento, Fundamentação Judicial, Art. 11 Do CPC, Art. 489 Do CPC, Art. 1.025 Do Cpc/2015, Art. 1.022 Do Cpc/2015, Súmula 211/stj, Súmula 284/stf, Multa Por Embargos De Declaração, Tema 698/stj
Case Brief
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Parties
MUNICÍPIO DE DONA INÊS
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA
Tribunal a Quo
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 violação ao art. 11 do CPC (ausência de manifestação do Tribunal a quo)
- 2 violação ao art. 489 do CPC (deficiência de fundamentação)
- 3 aplicabilidade do art. 1.025 do CPC/2015 e necessidade de indicação de violação ao art. 1.022 do CPC/2015 para prequestionamento ficto
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e decidiu-se não conhecer do recurso especial porque não houve manifestação do tribunal a quo sobre a alegada violação do art. 11 do CPC (impossibilitando o exame pelo STJ), o prequestionamento ficto do art. 1.025 CPC/2015 não foi adequadamente manejado por ausência de indicação de violação ao art. 1.022, e as razões recursais foram genéricas quanto ao art. 489 do CPC, configurando deficiência de fundamentação que atrai, por analogia, a Súmula 284/STF; assim, presentes os óbices de admissibilidade, foi possível o julgamento monocrático nos termos do art. 932, III, do CPC/2015.
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Publique-se.
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