AREsp 2595408 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o tribunal de origem não se pronunciou especificamente sobre os dispositivos legais indicados nos embargos de declaração, inexistindo prequestionamento, e porque o prequestionamento ficto previsto no art. 1.025 do CPC só é admitido quando, no próprio recurso especial, se indique a violação do art. 1.022 do CPC; aplicou-se a Súmula nº 211/STJ.
- Parties
- Agravante: ANTONIO MARINHO DE SOUZA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Em Juízo De Reconsideração Que Conheceu Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial Por Falta De Prequestionamento; Julgamento Pela Terceira Turma
- Outcome
- negou provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Prequestionamento, Prequestionamento Ficto (art. 1.025 Do Cpc), Súmula Nº 211/stj, Embargos De Declaração
Case Brief
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Parties
ANTONIO MARINHO DE SOUZA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Em Juízo De Reconsideração Que Conheceu Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial Por Falta De Prequestionamento; Julgamento Pela Terceira Turma
Legal Issues
- 1 prequestionamento para conhecimento de recurso especial
- 2 admissibilidade do prequestionamento ficto previsto no art. 1.025 do CPC
- 3 incidência da Súmula nº 211/STJ
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o tribunal de origem não se pronunciou especificamente sobre os dispositivos legais indicados nos embargos de declaração, inexistindo prequestionamento, e porque o prequestionamento ficto previsto no art. 1.025 do CPC só é admitido quando, no próprio recurso especial, se indique a violação do art. 1.022 do CPC; aplicou-se a Súmula nº 211/STJ.
Court Disposition
negou provimento ao agravo interno
Orders
- Agravo interno não provido.
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