AREsp 1835208 - DECISAO

AREsp 1835208 - DECISAO

Reconsiderada a decisão da Presidência, entendeu-se que o óbice da Súmula 284/STF não se sustenta porque o agravante impugnou o fundamento do aresto recorrido; em seguida, analisou-se a questão da prescrição e manteve-se o entendimento de que, na hipótese, não houve prescrição da pretensão executiva, seja porque a liquidação foi homologada em 15/10/2018 (título ilíquido) seja porque, aplicando-se a tese do REsp 1.336.026/PE com sua modulação de efeitos, o termo inicial do prazo prescricional foi fixado em 30/6/2017, de modo que a execução não estava prescrita, razão pela qual se conheceu do agravo e negou-se provimento ao Recurso Especial.

Parties
Exequente: SINTSEP - Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão; Executado: Estado do Maranhão
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 July 2021
Procedural Posture
Agravo Interno / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial (inadmissão De Recurso Especial E Conhecimento Do Agravo)
Outcome
Reconsidero a decisão da Presidência e conheço do Agravo para negar provimento ao Recurso Especial.
Legal Topics
Prescrição, Execução De Sentença, Liquidação De Sentença, Coisa Julgada, Admissibilidade De Recurso Especial, Modulação De Efeitos

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Parties

SINTSEP - Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão

Exequente

Estado do Maranhão

Executado

Procedural Posture

Agravo Interno / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial (inadmissão De Recurso Especial E Conhecimento Do Agravo)

  1. 1 Aplicação, por analogia, da Súmula 284/STF à inadmissão do Recurso Especial
  2. 2 Início do prazo prescricional da execução individual fundada em título coletivo quando a apuração do quantum depende de cálculos aritméticos
  3. 3 Efeito da Lei 10.444/2002 e da modulação de efeitos do REsp 1.336.026/PE (Tema 880/STJ) sobre o termo inicial da prescrição

Ratio Decidendi

Reconsiderada a decisão da Presidência, entendeu-se que o óbice da Súmula 284/STF não se sustenta porque o agravante impugnou o fundamento do aresto recorrido; em seguida, analisou-se a questão da prescrição e manteve-se o entendimento de que, na hipótese, não houve prescrição da pretensão executiva, seja porque a liquidação foi homologada em 15/10/2018 (título ilíquido) seja porque, aplicando-se a tese do REsp 1.336.026/PE com sua modulação de efeitos, o termo inicial do prazo prescricional foi fixado em 30/6/2017, de modo que a execução não estava prescrita, razão pela qual se conheceu do agravo e negou-se provimento ao Recurso Especial.

Court Disposition

Reconsidero a decisão da Presidência e conheço do Agravo para negar provimento ao Recurso Especial.

Orders

  • Publique-se.
  • Intimem-se.