REsp 1890315 - DECISAO

REsp 1890315 - DECISAO

Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem aplicou corretamente o prazo prescricional trienal previsto no art. 206, § 3º, do CC/2002, entendimento que está em consonância com a jurisprudência do STJ; a alegação de interrupção da prescrição com fundamento no art. 202, VI, do CC/2002 não foi prequestionada pelo acórdão recorrido (incidência das Súmulas 282 e 356 do STF), e a decisão de indeferimento/limitação da gratuidade de justiça assentou-se em prova nos autos, cuja reavaliação demandaria reexame de fatos e provas vedado no especial (Súmula 7/STJ).

Parties
Recorrente: HENRY YUEN SEN CHUNG
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
27 September 2021
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial Pelo STJ
Legal Topics
Prescrição, Gratuidade De Justiça, Enriquecimento Sem Causa, Restituição De Quantias, Reconvenção, Litigância De Má Fé, IPTU

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

HENRY YUEN SEN CHUNG

Recorrente

Procedural Posture

Recurso Especial / Julgamento De Recurso Especial Pelo STJ

  1. 1 prazo prescricional aplicável à pretensão (trienal vs decenal)
  2. 2 interrupção da prescrição por notificação extrajudicial (art. 202, VI, CC/2002) e prequestionamento
  3. 3 concessão ou indeferimento da gratuidade de justiça e prova em contrário

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem aplicou corretamente o prazo prescricional trienal previsto no art. 206, § 3º, do CC/2002, entendimento que está em consonância com a jurisprudência do STJ; a alegação de interrupção da prescrição com fundamento no art. 202, VI, do CC/2002 não foi prequestionada pelo acórdão recorrido (incidência das Súmulas 282 e 356 do STF), e a decisão de indeferimento/limitação da gratuidade de justiça assentou-se em prova nos autos, cuja reavaliação demandaria reexame de fatos e provas vedado no especial (Súmula 7/STJ).