AREsp 1876768 - DECISAO
O agravo foi negado porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente a aplicação do prazo prescricional decenal (art. 205 CC) à pretensão de repetição de indébito em contexto contratual, afastando a aplicação do prazo trienal por enriquecimento sem causa quando há relação contratual prévia; ademais, no mútuo imobiliário o termo inicial da prescrição é o vencimento da última parcela; não houve omissão ou negativa de prestação jurisdicional.
- Parties
- Agravante: CAIXA DE PREVIDENCIA DOS FUNCS DO BANCO DO BRASIL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 September 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Prescrição, Repetição De Indébito, Ação Revisional De Contrato, Contrato De Mútuo Imobiliário, Termo Inicial Da Prescrição, Fundamentação Judicial (arts. 489 E 1.022 Cpc)
Case Brief
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Parties
CAIXA DE PREVIDENCIA DOS FUNCS DO BANCO DO BRASIL
Agravante
Procedural Posture
Agravo / Decisão
Legal Issues
- 1 prazo prescricional aplicável à repetição de indébito cumulada com ação revisional contratual
- 2 termo inicial da prescrição em contrato de mútuo imobiliário
- 3 alegada omissão ou negativa de prestação jurisdicional e insuficiência de fundamentação
Ratio Decidendi
O agravo foi negado porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente a aplicação do prazo prescricional decenal (art. 205 CC) à pretensão de repetição de indébito em contexto contratual, afastando a aplicação do prazo trienal por enriquecimento sem causa quando há relação contratual prévia; ademais, no mútuo imobiliário o termo inicial da prescrição é o vencimento da última parcela; não houve omissão ou negativa de prestação jurisdicional.
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se.
Full Case Text
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