AREsp 1394565 - DECISAO
O Tribunal de origem reconheceu a solidariedade passiva da apelante a partir da confissão de dívida e dos elementos probatórios juntados, admitiu a ocorrência de múltiplas interrupções da prescrição nos termos do Código Civil de 1916 e entendeu que a execução ajuizada em 05/10/2012 não estava prescrita; decidiu ainda que, apesar de nulidade relativa quanto à utilização de perícia produzida em outro processo, o feito estava maduro para julgamento com necessidade apenas de novos cálculos, e que os honorários foram fixados adequadamente nos termos aplicáveis ao caso (CPC/1973), de modo que não cabe provimento ao agravo.
- Parties
- Apelante/embargante: EMPRESA PRINCESA DO NORTE S.A.; Exequente/apelado: PÁSSARO AZUL (MECEFI); Parte/co Devedora: PRINCESA DO NORTE ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA.; Parte/co Devedora: ROYAL ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 November 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão (nego Provimento Ao Recurso)
- Outcome
- Negado provimento ao recurso
- Legal Topics
- Prescrição, Interrupção Da Prescrição, Solidariedade Passiva, Assunção De Dívida, Honorários Advocatícios, Excesso De Execução, Cerceamento De Defesa, Vinculação De Relator/substituição
Case Brief
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Parties
EMPRESA PRINCESA DO NORTE S.A.
Apelante/embargante
PÁSSARO AZUL (MECEFI)
Exequente/apelado
PRINCESA DO NORTE ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA.
Parte/co Devedora
ROYAL ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA.
Parte/co Devedora
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão (nego Provimento Ao Recurso)
Legal Issues
- 1 prescrição e seus marcos temporais
- 2 efeitos interruptivos da citação e sua extensão entre devedores solidários
- 3 reconhecimento de solidariedade por confissão de dívida/assunção de dívida
Ratio Decidendi
O Tribunal de origem reconheceu a solidariedade passiva da apelante a partir da confissão de dívida e dos elementos probatórios juntados, admitiu a ocorrência de múltiplas interrupções da prescrição nos termos do Código Civil de 1916 e entendeu que a execução ajuizada em 05/10/2012 não estava prescrita; decidiu ainda que, apesar de nulidade relativa quanto à utilização de perícia produzida em outro processo, o feito estava maduro para julgamento com necessidade apenas de novos cálculos, e que os honorários foram fixados adequadamente nos termos aplicáveis ao caso (CPC/1973), de modo que não cabe provimento ao agravo.
Court Disposition
Negado provimento ao recurso
Orders
- Nego provimento ao recurso
- Publique-se
Full Case Text
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