AREsp 2400027 - DECISAO
Reconsiderada a decisão presidencial, o STJ negou provimento ao agravo por entender que a matéria debatida envolve premissa fática (data do trânsito em julgado/título executivo) cuja reformulação demandaria reexame do conjunto probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, e reconheceu que o Tribunal de origem fundamentou-se na adoção do vencimento da última parcela (maio de 2017) como marco inicial prescricional, razão pela qual afastou a prescrição. Além disso, por ter sido o acórdão recorrido prolatado na vigência do CPC/2015, impôs-se a condenação em honorários recursais de 20% nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015.
- Parties
- Agravante: Estado do Tocantins; Agravado/exequente: José Oliveira Gama
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno (contra Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial) / Reconsideração Da Decisão Presidencial E Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Decisão reconsiderada; agravo interno desprovido; negado provimento ao agravo em recurso especial.
- Legal Topics
- Prescrição, Cumprimento Individual De Sentença Coletiva, Recurso Especial, Honorários Advocatícios Recursais, Súmula 7/stj, Tema 877/stj
Case Brief
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Parties
Estado do Tocantins
Agravante
José Oliveira Gama
Agravado/exequente
Procedural Posture
Agravo Interno (contra Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial) / Reconsideração Da Decisão Presidencial E Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Inicio do prazo prescricional para execução individual de acórdão coletivo nos termos do art. 1º do Decreto nº 20.910/32
- 2 admissibilidade do recurso especial à luz do Tema 877 do STJ
- 3 impossibilidade de reexame de provas em face da Súmula 7/STJ
Ratio Decidendi
Reconsiderada a decisão presidencial, o STJ negou provimento ao agravo por entender que a matéria debatida envolve premissa fática (data do trânsito em julgado/título executivo) cuja reformulação demandaria reexame do conjunto probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, e reconheceu que o Tribunal de origem fundamentou-se na adoção do vencimento da última parcela (maio de 2017) como marco inicial prescricional, razão pela qual afastou a prescrição. Além disso, por ter sido o acórdão recorrido prolatado na vigência do CPC/2015, impôs-se a condenação em honorários recursais de 20% nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015.
Court Disposition
Decisão reconsiderada; agravo interno desprovido; negado provimento ao agravo em recurso especial.
Orders
- Reconsiderar a decisão de fls. 779/801, tornando-a sem efeito.
- Negar provimento ao agravo em recurso especial.
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