AREsp 1869017 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque (i) parte das alegações carecia de prequestionamento adequado e incidiam súmulas impeditivas; (ii) as questões relativas à existência de grupo econômico, desconsideração da personalidade jurídica e sucessão empresarial dependem de reexame do conjunto fático-probatório, o que é vedado em sede de recurso especial pela Súmula 7/STJ; e (iii) o Tribunal de origem corretamente decidiu que o prazo prescricional para o redirecionamento inicia-se com o conhecimento dos elementos indiciários aptos a configurar grupo econômico/sucessão (princípio da actio nata), de modo que não ocorreu a prescrição arguida pelas agravantes.
- Parties
- Agravante: CEREALISTA COMIMPEX LTDA.; Agravante: INDUSTRIAL E COMERCIAL DE CEREAIS SINOP LTDA.; Agravante: LMV - INCORPORADORA E CONTRUTORA LTDA.; Agravante: MÔNICA WENDT CASARIN; Agravante: VANESSA WENDT CASARIN
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade
- Legal Topics
- Prescrição, Redirecionamento Da Execução Fiscal, Grupo Econômico, Desconsideração Da Personalidade Jurídica, Sucessão Empresarial, Actio Nata, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
CEREALISTA COMIMPEX LTDA.
Agravante
INDUSTRIAL E COMERCIAL DE CEREAIS SINOP LTDA.
Agravante
LMV - INCORPORADORA E CONTRUTORA LTDA.
Agravante
MÔNICA WENDT CASARIN
Agravante
VANESSA WENDT CASARIN
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade
Legal Issues
- 1 Termo inicial da prescrição para redirecionamento da execução fiscal
- 2 Reconhecimento de grupo econômico e responsabilidade tributária solidária
- 3 Aplicação do princípio da actio nata
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque (i) parte das alegações carecia de prequestionamento adequado e incidiam súmulas impeditivas; (ii) as questões relativas à existência de grupo econômico, desconsideração da personalidade jurídica e sucessão empresarial dependem de reexame do conjunto fático-probatório, o que é vedado em sede de recurso especial pela Súmula 7/STJ; e (iii) o Tribunal de origem corretamente decidiu que o prazo prescricional para o redirecionamento inicia-se com o conhecimento dos elementos indiciários aptos a configurar grupo econômico/sucessão (princípio da actio nata), de modo que não ocorreu a prescrição arguida pelas agravantes.
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