REsp 2149347 - DECISAO
Não houve omissão do Tribunal de origem quanto à análise do termo inicial da prescrição; o Tribunal a quo corretamente aplicou o prazo prescricional quinquenal (Decreto-Lei nº 20.910/32) e distinguiu benefícios quanto à ocorrência da prescrição; o Banco do Brasil não poderia ser responsabilizado pelo pagamento do último benefício, por ter agido de boa-fé e por não haver na época obrigação de comprovação de vida pela instituição financeira, existindo obrigação legal dos cartórios de comunicar óbitos e atribuição ao INSS de fiscalizar pagamentos. Diante disso, nega-se provimento ao recurso especial do INSS e majora-se em R$ 500,00 os honorários fixados no acórdão recorrido.
- Parties
- Recorrente: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL; Apelante/parte Contrária: Banco do Brasil
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Recurso Especial Negado Provimento
- Outcome
- negado provimento ao recurso especial interposto pelo INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
- Legal Topics
- Prescrição, Ressarcimento De Valores Pagos Indevidamente, Responsabilidade Do Cartório, Obrigação De Comunicação De Óbito, Renovação De Senha/comprovação De Vida, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
Recorrente
Banco do Brasil
Apelante/parte Contrária
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Recurso Especial Negado Provimento
Legal Issues
- 1 alegada omissão do Tribunal de origem quanto ao termo inicial da prescrição (art. 1.022 CPC)
- 2 definição do termo inicial e aplicação do prazo prescricional (quinquenal - Decreto-Lei nº 20.910/32)
- 3 responsabilidade da instituição financeira (Banco do Brasil) por pagamentos indevidos após óbito
Ratio Decidendi
Não houve omissão do Tribunal de origem quanto à análise do termo inicial da prescrição; o Tribunal a quo corretamente aplicou o prazo prescricional quinquenal (Decreto-Lei nº 20.910/32) e distinguiu benefícios quanto à ocorrência da prescrição; o Banco do Brasil não poderia ser responsabilizado pelo pagamento do último benefício, por ter agido de boa-fé e por não haver na época obrigação de comprovação de vida pela instituição financeira, existindo obrigação legal dos cartórios de comunicar óbitos e atribuição ao INSS de fiscalizar pagamentos. Diante disso, nega-se provimento ao recurso especial do INSS e majora-se em R$ 500,00 os honorários fixados no acórdão recorrido.
Court Disposition
negado provimento ao recurso especial interposto pelo INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
Orders
- Majoro em R$ 500,00 (quinhentos reais) os honorários advocatícios fixados no acórdão recorrido (CPC/2015, art. 85, § 11).
- Publique-se.
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