AREsp 2372125 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o gestor público renunciou à prescrição sem expressa autorização legal, a execução foi ajuizada após o decurso do prazo prescricional para créditos anteriores, a prescrição é matéria de ordem pública passível de reconhecimento de ofício, e a alteração das premissas fático-probatórias demandaria reexame vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: Theobaldo Lopes de Melo; Agravado: Município agravado
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo / Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial
- Outcome
- Nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Prescrição, Renúncia À Prescrição, Indisponibilidade Do Interesse Público, Execução De Título Extrajudicial, Confissão De Dívida, Novação, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
Theobaldo Lopes de Melo
Agravante
Município agravado
Agravado
Procedural Posture
Agravo / Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Renúncia à prescrição pela Fazenda Pública exige lei autorizativa
- 2 Prescrição como matéria de ordem pública, podendo ser declarada de ofício
- 3 Inaplicabilidade do art. 191 do Código Civil a atos públicos
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o gestor público renunciou à prescrição sem expressa autorização legal, a execução foi ajuizada após o decurso do prazo prescricional para créditos anteriores, a prescrição é matéria de ordem pública passível de reconhecimento de ofício, e a alteração das premissas fático-probatórias demandaria reexame vedado pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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