AREsp 2490727 - DECISAO
Não há omissão a ser suprida: o Tribunal de origem fundamentou que as rés são pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público, aplicando o prazo prescricional quinquenal previsto no art. 1º-C da Lei 9.494/97 e no Decreto 20.910/32, concluiu que não está caracterizada a prescrição e que é prematura a exclusão das rés por ilegitimidade passiva, por depender de prova complementar; além disso, o STJ não reexaminará matéria fática (Súmula 7). Consequentemente, negou-se provimento ao agravo em recurso especial e rejeitaram-se os embargos de declaração.
- Parties
- Embargante: Rumo S/A; Embargante: MRS Logística S/A; Embargante: Ferrovia Centro Atlântica S/A; Requerida: RUMO MALHA PAULISTA S.A.; Requerida (mencionada Para Inclusão No Polo Passivo): Rumo Logística/Portofer Transporte Ferroviário Ltda
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Embargos De Declaração (rejeitados)
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração; negado provimento ao agravo em recurso especial.
- Legal Topics
- Prescrição, Ilegitimidade Passiva, Responsabilidade Civil, Embargos De Declaração, Dissídio Jurisprudencial, Súmulas
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Rumo S/A
Embargante
MRS Logística S/A
Embargante
Ferrovia Centro Atlântica S/A
Embargante
RUMO MALHA PAULISTA S.A.
Requerida
Rumo Logística/Portofer Transporte Ferroviário Ltda
Requerida (mencionada Para Inclusão No Polo Passivo)
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Embargos De Declaração (rejeitados)
Legal Issues
- 1 ilegitimidade passiva da Rumo S/A
- 2 ilegitimidade passiva da Rumo Malha Paulista S.A.
- 3 prescrição da pretensão indenizatória (art. 206, § 3º, V, CC)
Ratio Decidendi
Não há omissão a ser suprida: o Tribunal de origem fundamentou que as rés são pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público, aplicando o prazo prescricional quinquenal previsto no art. 1º-C da Lei 9.494/97 e no Decreto 20.910/32, concluiu que não está caracterizada a prescrição e que é prematura a exclusão das rés por ilegitimidade passiva, por depender de prova complementar; além disso, o STJ não reexaminará matéria fática (Súmula 7). Consequentemente, negou-se provimento ao agravo em recurso especial e rejeitaram-se os embargos de declaração.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração; negado provimento ao agravo em recurso especial.
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Nego provimento ao agravo em recurso especial.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment