AREsp 2510371 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque a pretensão recursal exigiria revolvimento de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ; a prescrição não foi comprovada, incumbindo o ônus da prova ao recorrente; não houve cotejo analítico capaz de demonstrar dissídio jurisprudencial; e não há motivos para impor a multa do art. 1.021, § 4º, do CPC/2015.
- Parties
- Agravante: PEDRO EVANGELISTA DE ARANDAS; Decisora: Ministra Maria Thereza De Assis Moura
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Primeira Turma
- Outcome
- Agravo Interno improvido
- Legal Topics
- Prescrição, Ônus Probatório, Reexame De Prova, Súmula 7/stj, Dissídio Jurisprudencial, Cotejo Analítico, Multa Art. 1.021 § 4º Cpc/2015
Case Brief
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Parties
PEDRO EVANGELISTA DE ARANDAS
Agravante
Ministra Maria Thereza De Assis Moura
Decisora
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Primeira Turma
Legal Issues
- 1 ocorrência de prescrição e ônus da prova
- 2 impossibilidade de revisão de matéria fática em recurso especial (Súmula 7/STJ)
- 3 demonstração de dissídio jurisprudencial e necessidade de cotejo analítico
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque a pretensão recursal exigiria revolvimento de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ; a prescrição não foi comprovada, incumbindo o ônus da prova ao recorrente; não houve cotejo analítico capaz de demonstrar dissídio jurisprudencial; e não há motivos para impor a multa do art. 1.021, § 4º, do CPC/2015.
Court Disposition
Agravo Interno improvido
Orders
- Negar provimento ao Agravo Interno
- Reconsiderar a decisão monocrática apenas quanto à aplicação do óbice previsto na Súmula 284/STF
Full Case Text
Judgment text and source record
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