AREsp 1637063 - DECISAO
Exercitado o juízo de retratação para conhecer do recurso especial, o Tribunal concluiu que o Tribunal de origem aplicou corretamente o princípio da actio nata ao fixar o termo inicial da prescrição em março de 2011 diante das provas dos autos; a parte recorrente não demonstrou dissídio jurisprudencial na forma exigida pelo art. 1.029 do CPC/2015 e art. 255 do RISTJ (faltou cotejo analítico), e, ademais, eventual reforma demandaria reexame probatório vedado pela Súmula 7/STJ, razão pela qual se negou provimento ao agravo.
- Parties
- Agravante: Jonsinalva Carvalho do Nascimento; Autora (caso Citado): Maria Felizarda Barbosa da Silva Reis; Réu (caso Citado): Consórcio Estreito Energia
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Decisão Interlocutória (juízo De Retratação E Exame De Recurso Especial)
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Prescrição, Termo Inicial Da Prescrição, Teoria Da Actio Nata, Dissídio Jurisprudencial, Juízo De Retratação, Súmula 7/stj, Súmula 284/stf
Case Brief
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Parties
Jonsinalva Carvalho do Nascimento
Agravante
Maria Felizarda Barbosa da Silva Reis
Autora (caso Citado)
Consórcio Estreito Energia
Réu (caso Citado)
Procedural Posture
Agravo Interno / Decisão Interlocutória (juízo De Retratação E Exame De Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 qual o termo inicial do prazo prescricional em ação indenizatória por danos decorrentes de usina hidrelétrica
- 2 se houve demonstração de dissídio jurisprudencial apto a autorizar o conhecimento do recurso especial
- 3 limites ao reexame do acervo fático-probatório em recurso especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
Exercitado o juízo de retratação para conhecer do recurso especial, o Tribunal concluiu que o Tribunal de origem aplicou corretamente o princípio da actio nata ao fixar o termo inicial da prescrição em março de 2011 diante das provas dos autos; a parte recorrente não demonstrou dissídio jurisprudencial na forma exigida pelo art. 1.029 do CPC/2015 e art. 255 do RISTJ (faltou cotejo analítico), e, ademais, eventual reforma demandaria reexame probatório vedado pela Súmula 7/STJ, razão pela qual se negou provimento ao agravo.
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Publique-se.
Full Case Text
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