AREsp 1824654 - DECISAO

AREsp 1824654 - DECISAO

A demora no fornecimento de fichas financeiras pela Administração Pública não suspende nem interrompe o prazo prescricional para a execução de sentença contra a Fazenda Pública após a vigência da Lei 10.444/2002; ademais, os efeitos do REsp 1.336.026/PE foram modulados para decisões transitadas em julgado até 17.3.2016, de modo que o prazo prescricional de cinco anos conta‑se a partir de 30.6.2017, razão pela qual não ocorreu prescrição no caso em análise e o agravo foi conhecido para negar provimento ao recurso especial do Estado do Maranhão.

Parties
Recorrente: ESTADO DO MARANHÃO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
30 April 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento
Outcome
Agravo conhecido para negar provimento ao Recurso Especial do ESTADO DO MARANHÃO
Legal Topics
Prescrição, Execução De Sentença Contra a Fazenda Pública, Liquidação De Sentença, Modulação De Efeitos, Fornecimento De Fichas Financeiras, Repetitivo

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 13 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

ESTADO DO MARANHÃO

Recorrente

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Julgamento

  1. 1 Se a demora ou dificuldade no fornecimento de fichas financeiras pela Administração Pública suspende, impede ou interrompe o prazo prescricional para a execução de sentença contra a Fazenda Pública
  2. 2 Qual o termo inicial do prazo prescricional da execução quando a sentença é ilíquida e depende de liquidação por cálculos
  3. 3 Efeitos e modulação do entendimento firmado no REsp 1.336.026/PE

Ratio Decidendi

A demora no fornecimento de fichas financeiras pela Administração Pública não suspende nem interrompe o prazo prescricional para a execução de sentença contra a Fazenda Pública após a vigência da Lei 10.444/2002; ademais, os efeitos do REsp 1.336.026/PE foram modulados para decisões transitadas em julgado até 17.3.2016, de modo que o prazo prescricional de cinco anos conta‑se a partir de 30.6.2017, razão pela qual não ocorreu prescrição no caso em análise e o agravo foi conhecido para negar provimento ao recurso especial do Estado do Maranhão.

Court Disposition

Agravo conhecido para negar provimento ao Recurso Especial do ESTADO DO MARANHÃO

Orders

  • Conheço do Agravo para negar provimento ao Recurso Especial do ESTADO DO MARANHÃO.
  • Publique‑se.